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Estado de Minas MERCADO S/A

Indústria quer mais atenção do ministro Paulo Guedes

Empresários reclamam que o ministro da Economia não tem apresentado alternativas para manter as fábricas ativas durante a crise do coronavírus


postado em 27/04/2020 04:00 / atualizado em 05/06/2020 11:34

(foto: EVARISTO SÁ/AFP)
(foto: EVARISTO SÁ/AFP)
 
Enquanto o mercado financeiro mantém o apoio incondicional ao ministro da Economia, Paulo Guedes (foto), na indústria as lamúrias têm sido cada vez mais frequentes. Alguns empresários reclamam que Guedes não tem apresentado alternativas para manter as fábricas ativas durante a crise do coronavírus e afirmam que o governo dialoga pouco com a área industrial. “O setor produtivo foi sendo deixado de lado, praticamente não temos interlocução com Guedes”, diz um empresário do ramo de máquinas e equipamentos. “Pouco avançamos nos últimos meses, mesmo antes do coronavírus, para melhorar a competitividade das empresas. Nem a reforma tributária andou.” O executivo diz que emissários da indústria fizeram chegar aos ouvidos do presidente Jair Bolsonaro a crescente insatisfação. “Ele reconheceu que algo precisa ser feito.” Na semana passada, o governo apresentou o programa desenvolvimentista Pró-Brasil que, segundo críticos, lembra o PAC de Dilma. Guedes não estava na cerimônia de lançamento.

Mercado financeiro teme populismo econômico

Os atritos entre Jair Bolsonaro e Paulo Guedes preocupam o mercado financeiro. O receio é que uma eventual saída de Guedes leve o governo para o mau caminho. “Parece inevitável temer que a política econômica acabe saindo dos trilhos por culpa do presidente Bolsonaro, cuja forma de governar tem feito crescer as chances de materialização de ‘cenários terminais’, os quais, como ensina o passado, são marcados por enfraquecimento político e populismo econômico”, diz um relatório da consultoria MCM.
 
Em ação inédita no
Em ação inédita no "Caldeirão do Huck", Globo e Ortobom batem recorde mundial de dominó humano com colchões (foto: João Miguel Júnior/Globo)
 

Luciano Huck adere ao Estímulo 2020

O Estímulo 2020, iniciativa privada de apoio financeiro a pequenos e médios negócios, ganhou o apoio do apresentador Luciano Huck (foto). Ele vai contribuir com parte dos recursos destinados a empresas em dificuldades. Na primeira fase do projeto, serão oferecidos R$ 20 milhões e os desembolsos começam a ser processados em 1º de maio, Dia do Trabalho. O modelo é simples: uma operação de crédito para oferecer capital de giro equivalente a até um mês de faturamento das empresas, com juros de 4% ao ano.

Projeto de socorro a empresas está aberto a adesões

O Estímulo 2020 foi incubado dentro da GK Ventures, fundo de investimentos de Eduardo Mufarej, e conta com o apoio de uma rede de executivos, empresários e ONGs. Segundo seus idealizadores, o projeto lançado na semana passada segue aberto a novas adesões e continuará recebendo aportes e contribuições. A ideia é anunciar novas rodadas de auxílio financeiro de acordo com as doações recebidas e a disponibilidade dos recursos.

Rapidinhas

  • O Explorers Club de Nova York, uma das mais exclusivas sociedades americanas, recebe, pela primeira vez, um palestrante brasileiro. Nesta segunda-feira (27), às 20h, o velejador, ambientalista e cineasta Yuri Sanada, diretor da Aventuras Produções, fará palestra virtual sobre os seus 150 dias de confinamento no Phoenicia.

  • O Phoenicia é a réplica de um barco fenício de 3 mil anos, que levou o velejador para uma navegação de 6 mil milhas, da Tunísia à Flórida. Antes de Sanada, somente um brasileiro havia sido aceito pelo Explorers Club, o Marechal Cândido Rondon, em 1925. O Club é famoso por ter apoiado grandes explorações como a ida do homem à Lua.

  • A APSA, maior gestora de imóveis do país, aderiu à onda de lives. Em vez de shows com artistas famosos, entram em cena casas e apartamentos. Interessados em alugar ou comprar um imóvel marcam hora com um corretor que mostra, na live, todos detalhes do espaço. A empresa espera ter 70% da carteira com esse recurso.

  • A rede de materiais de construção Leroy Merlin está produzindo em São Paulo equipamentos de proteção com a tecnologia de impressão 3D. Segundo a empresa, que desenvolve o projeto em parceria com o Movimento Brasil Contra o Vírus, a meta é distribuir 12 mil máscaras para 450 profissionais de saúde.
 
(foto: NILTON FUKUDA/ESTADÃO CONTEÚDO/AE)
(foto: NILTON FUKUDA/ESTADÃO CONTEÚDO/AE)

"Empresas listadas na Bolsa vão sofrer, mas vão sobreviver. Quando elas começarem a retomar as atividades, poderão emergir com muito mais força"

Henrique Bredda, gestor do fundo de investimentos Alaska Black


112,5%

Foi quanto cresceram as vendas da farmacêutica Hypera, dona das marcas Doril, Benegrip e Coristina, no primeiro trimestre de 2020 na comparação com o mesmo período do ano passado. O resultado se deve à corrida por medicamentos na crise do coronavírus.






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