Continue lendo os seus conteúdos favoritos.

Assine o Estado de Minas.

price

Estado de Minas

de R$ 9,90 por apenas

R$ 1,90

nos 2 primeiros meses

Utilizamos tecnologia e segurança do Google para fazer a assinatura.

Assine agora o Estado de Minas por R$ 9,90/mês. ASSINE AGORA >>

Publicidade

Estado de Minas MERCADO S/A

Alta da Bolsa faz surgir novo mercado no Brasil

Em 2016, o número de investidores na B3 não chegava a 600 mil e até o fim deste ano serão 3 milhões


postado em 17/02/2020 06:00 / atualizado em 17/02/2020 07:59

(foto: Miguel Skinkariol/afp - 19/12/17)
(foto: Miguel Skinkariol/afp - 19/12/17)

A B3, a Bolsa de Valores de São Paulo, terminou 2019 com 1,8 milhão de investidores. Dados preliminares mostram que, em fevereiro, o número se aproxima de 2 milhões e especialistas estimam que, até o final de 2020, 3 milhões de brasileiros terão comprado ou vendido ações. Poucas atividades cresceram tanto no Brasil nos últimos anos. Em 2016, o número de investidores na B3 não chegava a 600 mil. Para os profissionais que gravitam em torno desse universo, trata-se de uma oportunidade única de fazer dinheiro. Isso explica a explosão de educadores financeiros nas redes sociais, o surgimento de sites especializados em finanças, o sucesso de podcasts focados em investimentos, os relatórios vendidos a preço de ouro pelas casas de análise e o fato de gestores terem se tornado pequenas celebridades. A festa vai durar? Como em todas as atividades, o próprio mercado, em algum momento, separa os bons dos ruins. Ou seja, só os competentes vão sobreviver.

Para BTG Pactual, reformas são indispensáveis

Maior banco de investimento independente da América Latina, o BTG Pactual divulgou na semana passada resultados positivos no quarto trimestre e no acumulado de 2019. O lucro líquido ajustado do banco cresceu 42% entre outubro e dezembro (R$ 1 bilhão) e 39,8% no ano (R$ 3,8 bilhões). Roberto Sallouti, presidente do banco, aproveitou a apresentação do balanço para defender as reformas. “Quanto mais a agenda de reformas avançar, maior será o potencial de crescimento do país”, disse.

Combustíveis 1: Governo demora 8 anos para cobrar dívidas fiscais

A criminalização da sonegação de ICMS, aprovada pelo STF no apagar das luzes de 2019, não emplacou pra valer. Em São Paulo, o Tribunal de Impostos e Taxas, órgão vinculado à Secretaria da Fazenda paulista, contabiliza uma dívida total de R$ 594 milhões por parte da distribuidora de combustíveis Gran Petro. O problema é que as autoridades levaram até oito anos para identificar a irregularidade fiscal e fazer a autuação. Assim, não há legislação que resolva o problema.
 

A integração dos canais on e off-line é essencial

Frederico Trajano, presidente do Magazine Luiza

 

Combustíveis 2: A manobra das empresas para driblar a lei 

A Gran Petro, que responde por 5% do mercado distribuidor de etanol no estado de São Paulo, se enquadra na categoria “devedora contumaz”. A empresa teve todas as suas autuações ligadas ao não pagamento de ICMS e à aplicação de créditos inexistentes (quando se deixa de recolher o imposto devido e pagar uma fração mínima para dificultar a identificação do estado). A manobra é comum no setor e dificulta a aplicação da lei.

US$ 165 milhões

foi quanto Jeff Bezos, fundador da Amazon,  pagou por uma casa em Beverly Hills, Los Angeles. O imóvel, de 36 mil metros quadrados, é um dos mais caros do mundo

RAPIDINHAS


• 'As vendas de cimento no mercado interno totalizaram 4,5 milhões de toneladas em janeiro, queda de 0,9% ante o mesmo mês do ano passado. Mas o setor mantém o otimismo. “A melhora do mercado imobiliário no ano passado deve continuar alavancando as vendas em 2020”, diz Paulo Penna, presidente do Sindicato Nacional da Indústria do Cimento.

• 'Investimentos em cultura podem ser lucrativos. Pelo menos é isso o que revelam os resultados das empresas que bancaram o sul-coreano Parasita, vencedor do Oscar de melhor filme. As ações da Barunson Entertainment & Arts, produtora do filme, subiram 90% desde o prêmio.  Os papéis da CJ ENM, principal promotora, avançaram 4,5%.

• 'A montadora japonesa Honda adiou a retomada das operações de sua fábrica na cidade chinesa de Wuhan, epicentro do coronavírus. Prevista para ser reaberta hoje, a planta voltará a funcionar em 21 de fevereiro. Isso, claro, se não houver novas informações sobre a epidemia. A Mitsubishi planeja retornar ao trabalho no dia 27.

• 'O coronavírus pode fazer com que o setor de cruzeiros reveja suas projeções de crescimento. Com dois navios ancorados em quarentena (um no Japão e outro no Camboja), as agências começaram a receber nos últimos dias pedidos de cancelamento de viagens. Há o temor de ficar em espaços confinados.  


*Para comentar, faça seu login ou assine

Publicidade