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Estado de Minas MERCADO S/A

O dinheiro que faz a diferença no futebol e no balanço dos clubes

Consultoria Sports Value mostra que, a depender do balanço financeiro dos clubes de futebol, o Flamengo seria o favorito na final contra o River da Taça Libertadores


postado em 20/11/2019 04:00 / atualizado em 20/11/2019 08:42

Enquanto o Flamengo faturou mais de US$ 167 milhões de janeiro a setembro, a receita recorde do River foi de US$ 58 milhões em 2018(foto: MAURO PIMENTEL/AFP 23/10/2019 )
Enquanto o Flamengo faturou mais de US$ 167 milhões de janeiro a setembro, a receita recorde do River foi de US$ 58 milhões em 2018 (foto: MAURO PIMENTEL/AFP 23/10/2019 )

 No futebol, como nos esportes em geral, dinheiro quase sempre faz a diferença. Sob essa ótica, um estudo realizado pela consultoria Sports Value mostra por que o Flamengo deve ser considerado favorito para a final da Taça Libertadores, que será disputada neste sábado, em Lima, no Peru (na foto, torcedor flamenguista durante a competição). O levantamento comparou os indicadores financeiros do clube carioca com os números do argentino River Plate, seu adversário na disputa continental. No campo econômico, o Flamengo ganha com folga. Segundo a Sports Value, o time brasileiro encerrou 2018 com receitas totais de US$ 140 milhões. Em nove meses de 2019, elas superaram esse valor, chegando a US$ 167 milhões. Apenas com os custos relativos ao futebol, o clube deverá desembolsar US$ 120 milhões neste ano. O River teve em 2018 o maior faturamento de sua história: US$ 58 milhões, menos da metade do valor movimentado pelo rival. Seus gastos com futebol somam US$ 29 milhões, uma ninharia perto do que o Flamengo desembolsa.

 

R$ 1 bilhão

é quanto movimenta a indústria brasileira de fragrâncias, o que corresponde à metade de todos os negócios do setor na América Latina. Os dados são da consultoria PwC

 

(foto: Sean M. Haffey/Getty Images/AFP 21/9/2109)
(foto: Sean M. Haffey/Getty Images/AFP 21/9/2109)
 

Bradesco aposta no surfe para atrair as novas gerações

O Bradesco estreou nesta semana uma nova campanha publicitária com o bicampeão mundial de surfe Gabriel Medina (foto). A propaganda é um sinal dos tempos. Em linguagem jovem e irreverente, ela obviamente quer seduzir as novas gerações. Não deixa de ser curioso esse movimento. Até pouco tempo atrás, as propagandas das instituições financeiras tradicionais eram bem comportadas. Agora, um surfista sem camisa e tatuado vende os produtos do banco. Seria uma reação ao avanço das fintechs?

 

Streaming 1: Brasil terá canal para evangélicos

Os serviços de streaming se tornaram febre no Brasil. Em dezembro, será lançada no país a plataforma Believe, voltada para os evangélicos. Criada pela empresa brasiliense de tecnologia Infosolo, ela contará com filmes, shows musicais, séries e documentários. O custo da assinatura individual será de R$ 21,90 e a familiar, que permite acesso simultâneo a até cinco telas, de R$ 32,90. Segundo a empresa, o canal poderá ser conectado em TVs, smartphones, tablets e computadores.

 

 

Streaming 2: Nos Estados Unidos, mercado conta com 271 canais

O streaming representa uma mudança sísmica na indústria cultural. Nos Estados Unidos, já são 231 canais com todo tipo de programação, de acordo com a empresa de pesquisa Parks Associates. Há canais para amantes de aviação, especializados em equinos ou apenas com telenovelas. Isso sem falar nos gigantes de tecnologia e do entretenimento que apostam pesado no setor, como Apple, Amazon, Disney, Facebook e Google. Para as TVs a cabo, a onda do streaming pode representar o começo do fim.

 

(foto: PIERRE-PHILIPPE MARCOU/AFP 7/10/2009)
(foto: PIERRE-PHILIPPE MARCOU/AFP 7/10/2009)

"O liberalismo não é uma receita econômica, mas uma atitude fundada na tolerância e no respeito, no amor pela cultura, na vontade de coexistir com o outro e na defesa firme da liberdade”

 

Mario Vargas Llosa, político e escritor peruano que ganhou o Nobel de Literatura em 2010

 

RAPIDINHAS

 

O comunicado da HP informando o mercado que rejeita a proposta de compra feita pela Xerox surpreendeu o mundo corporativo. O tom ríspido adotado no documento é incomum.Segundo o texto, a oferta de US$ 30 bilhões “significativamente subestima” a HP e “há questões fundamentais que precisam ser abordadas”, como a queda de receitas da Xerox.

 

A Xerox, de fato, não vive um período de fartura. Desde junho de 2018, suas receitas caíram de US$ 10,2 bilhões para US$ 9,2 bilhões e a empresa recentemente anunciou um plano para cortar US$ 640 milhões em custos. Famosa por suas copiadoras e impressoras, a Xerox vem sofrendo com a concorrência da nova era digital.

 

São Paulo e Rio de Janeiro estão entre as 10 piores cidades do mundo para dirigir. É isso o que mostra um ranking com 100 municípios de diversas partes do mundo elaborado pela Mister Auto, rede de vendas on-line de autopeças que pertence ao Grupo PSA. São Paulo é a sétima pior e o Rio de Janeiro, a nona.

 

O ranking é elaborado a partir de dados referentes a infraestrutura (índices de congestionamento), segurança (taxa média de acidentes) e custos (gastos com estacionamento, por exemplo). Segundo a lista, o pior lugar do mundo para dirigir é Mumbai, na Índia. No campo oposto, Calgary, no Canadá, é o melhor. 


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