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Para elite financeira, Brasil está passando pelas dores da mudança

Com as contas públicas em ordem, o setor privado voltará a ganhar protagonismo e o crescimento virá, só que desta vez sem os artificialismos dos estímulos estatais


postado em 18/09/2019 04:00 / atualizado em 18/09/2019 12:16

(foto: leolare/fca)
(foto: leolare/fca)

Como o PIB não deslancha, empresários, economistas e o mercado financeiro começam a buscar explicações que justifiquem a lenta retomada. Entre essa turma, uma das análises mais recorrentes diz que o Brasil está passando pelas “dores da mudança”. O país que sempre dependeu de investimentos estatais para crescer vive um choque de liberalismo que, em diferentes graus, atinge todos os setores da economia. No curto prazo, a falta de estímulos do governo irá frear o PIB. No longo, de acordo com a percepção desses analistas, o efeito será oposto: com as contas públicas em ordem, o setor privado voltará a ganhar protagonismo e o crescimento virá, só que desta vez sem os artificialismos dos estímulos estatais. Para a elite financeira, o Brasil passa por um período de transição tão doloroso quanto necessário, que certamente levará o País para um destino melhor. Resta saber se a sociedade terá paciência para esperar.


Campinas é a cidade mais conectada do país


(foto: Embrapa/divulgação)
(foto: Embrapa/divulgação)
 
O ranking Connected Smart Cities, feito pela consultoria Urban Systems em parceria com a organizadora de eventos Sator, elegeu pela primeira vez uma cidade do interior como município mais inteligente e conectado do Brasil. Campinas (SP) aparece em primeiro na lista, que também tem São Paulo, Curitiba, Brasília e São Caetano do Sul no top 5. Belo Horizonte está na décima terceira posição. Campinas superou as concorrentes ao se destacar nas áreas de economia, tecnologia e inovação.

8,8% é quanto os gastos militares da Arábia Saudita representam do PIB, mais do que qualquer outro país. Nos Estados Unidos, o índice é de 3,2%



O fim dos testes em animais na indústria de cosméticos

(foto: OTÁVIO MAGALHÃES/ESTADÃO CONTEÚDO/AE )
(foto: OTÁVIO MAGALHÃES/ESTADÃO CONTEÚDO/AE )

Os testes em animais na indústria de cosméticos estão com os dias contados. Na Holanda, o governo definiu como meta banir os experimentos até 2025. Nos Estados Unidos, a Agência de Proteção Ambiental planeja erradicar análises toxicológicas em mamíferos até 2035. No Japão, projetos parecidos estão em andamento. As mudanças são resultado da pressão de ambientalistas e do desenvolvimento tecnológico. Com o avanço da bioengenharia, as empresas começaram a produzir amostras de pele humana.
 

Budweiser investe em estúdio musical

As grandes marcas fazem de tudo para cativar o público – até investir em áreas que não têm nada a ver com o negócio principal. A cervejaria Budweiser abriu um estúdio musical próprio em São Paulo. Chamado de B-Side Studio, ele é destinado a artistas independentes, aqueles que costumam ser ignorados pelas grandes gravadoras. Segundo a empresa, o espaço servirá para a gravação de singles, apresentações solos, shows ao vivo e produção de podcasts.

"Quem entra na bolsa para especular nunca ficará rico''

.Luiz Barsi, maior investidor individual da bolsa brasileira


 
(foto: ALEX SILVA/ESTADÃO CONTEÚDO/AE)
(foto: ALEX SILVA/ESTADÃO CONTEÚDO/AE)

RAPIDINHAS

 
»  Mesmo com o avanço de dispositivos móveis, a venda de computadores resiste. O segmento cresceu 0,3% no segundo trimestre de 2019 na comparação com os três meses anteriores, de acordo com estudo da consultoria IDC Brasil. No período, foram vendidas 1,448 milhão de máquinas, o que gerou uma receita de R$ 4,1 bilhões – alta de 12% em relação ao segundo trimestre de 2018.

»  O mercado brasileiro de saúde está agitado. No primeiro semestre, o número de fusões e aquisições entre hospitais e clínicas hospitalares cresceu 38,1% na comparação com o mesmo período de 2018. As transações passaram de 21 para 29. Os dados fazem parte de um levantamento realizado pela consultoria KPMG.

» Os investimentos globais em fintechs caíram no primeiro semestre de 2019. De acordo com a consultoria Accenture, o valor total das transações de empresas de tecnologia financeira foi de US$ 22 bilhões, queda de 29% na comparação com os US$ 31,2 bilhões movimentados no mesmo período de 2018.

»  Virou moda as grandes empresas levantarem a bandeira da inclusão. A julgar pelos números, muitas vezes isso não passa de jogada de marketing. Segundo pesquisa da Catho e da consultoria Santo Caos, menos de 10% dos postos de liderança são ocupados por profissionais com algum tipo de deficiência. 
 


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