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Comércio varejista vive embate de titãs

Os analistas começam a se perguntar se a Via Varejo pode ir tão longe quanto a Magazine Luiza


postado em 05/07/2019 06:00 / atualizado em 05/07/2019 09:07

(foto: Gustavo Ribeiro/Divulgação 21/3/18)
(foto: Gustavo Ribeiro/Divulgação 21/3/18)

Nenhuma empresa tem sido tão debatida no mercado de ações nos últimos dias quanto a Via Varejo. Com o retorno da família Klein à direção e a contratação de executivos da principal concorrente – a Magazine Luiza –, os analistas começam a se perguntar se a Via Varejo pode ir tão longe quanto a rival. Nunca é demais lembrar: as ações da Magalu subiram 17.000% desde a mínima histórica, em dezembro de 2015, o que a tornou um caso exemplar no Brasil. O mesmo pode ocorrer com a Via Varejo? É impossível cravar a resposta, mas a verdade é que a empresa tem um longo caminho pela frente. Embora suas vendas sejam 75% superiores à da Magazine Luiza, a Via Varejo tem rentabilidade muito menor e está longe de ser tão eficiente no e-commerce. Mudanças, portanto, são vitais. Dona das marcas Casas Bahia e Ponto Frio, além da empresa de móveis Bartira, a Via Varejo administra quase 1 mil lojas no Brasil e está focada na venda de eletrodomésticos e eletrônicos.

Dívida cai e lucro sobe
Crise é sempre ruim, mas traz lições. Nos últimos anos, as empresas brasileiras, sufocadas pelo PIB anêmico, se tornaram mais eficientes e aprenderam a tirar o máximo de suas operações. Em 2015, a dívida líquida das companhias listadas no Ibovespa, o principal índice da Bolsa, era de R$ 822 bilhões. Agora, está em R$ 668 bilhões. Enquanto isso, o lucro operacional (Ebitda) esperado para este ano é de R$ 420 bilhões, três vezes superior ao de 2015. Os números são da Dahlia Capital.

Mercado de capitais substitui BNDES
A economia brasileira está mudando rapidamente. Só não vê quem não quer. Em um período de 12 meses – de março de 2018 a março de 2019 –, as empresas captaram R$ 220 bilhões no mercado de capitais. No mesmo período, os empréstimos concedidos pelo BNDES somaram R$ 58 bilhões. Em 2015, o cenário era inverso: o BNDES emprestou R$ 165,9 bilhões e o mercado de emissão de dívidas e ações somou R$ 115 bilhões. Os dados são do Centro de Estudos de Mercado de Capitais da Fipe.

XP lança plataforma de conteúdo financeiro
As instituições financeiras descobriram que investir em informação pode ser um bom negócio. Ontem, a corretora XP, que é ligada ao Itaú, lançou plataforma gratuita de conteúdo. Segundo a empresa, é a primeira do país a oferecer sem custo e sem a necessidade de cadastro dados e análises sobre investimentos. O material promete ser de qualidade: os conteúdos são assinados por especialistas, como Zeina Latif, economista-chefe da XP, e Samuel Oliveira, que lidera a área de análise de fundos.

Rapidinhas
As importadoras de veículos reduziram suas projeções de vendas em 2019. Segundo a Abeifa, a associação do setor, serão emplacados 40 mil carros neste ano. Em janeiro, a previsão estava em 50 mil. A alta do dólar e a volatilidade cambial estão prejudicando os negócios.

A americana Boeing anunciou a criação de um fundo de US$ 100 milhões para atender aos familiares das vítimas dos acidentes do 737 Max. A empresa afirmou que os recursos serão destinados para cobrir despesas com “educação e desenvolvimento econômico das comunidades afetadas”.  Em um período de cinco meses, duas quedas do 737 Max mataram 346 pessoas.

Inovar se tornou obsessão no mundo corporativo. Não à toa, companhias de diversos setores passaram a investir em programas de aceleração de startups. O exemplo mais recente vem da gigante de energia EDP, que selecionou 10 empresas iniciantes para desenvolver soluções de inteligência artificial e big data.

As datas de validade nas embalagens dos alimentos estimulam o desperdício, mas eliminá-las coloca em risco a saúde dos consumidores. Nos Estados Unidos, pesquisadores da Universidade de Cornell desenvolveram um QR Code impresso na embalagem que permite que a pessoa obtenha, com o celular, indicação mais precisa sobre o descaste do produto.

“Dizem que o consumidor tem sempre a razão. Eu odeio o consumidor. O consumidor é aquele que compra e vai embora. Nos negócios, prefiro ter fãs a clientes”, Bruce Dickinson, vocalista do Iron Maiden e empreendedor de sucesso, com negócios na área de aviação, alimentos e bebidas

53% das pessoas que jogam videogames no país são mulheres, segundo a Pesquisa Games Brasil 2019. O estudo quebra estereótipos e mostra a força delas em um mercado em forte ascensão


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