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No óleo de palma, Brasil tem boas lições a oferecer ao mundo


postado em 17/06/2019 06:00 / atualizado em 17/06/2019 09:04

Óleo vegetal mais popular do mundo, o óleo de palma está no centro de um debate global em torno da sustentabilidade de sua produção. A boa notícia é que o Brasil tem boas lições para ensinar. Enquanto Indonésia e Malásia destroem a sua biodiversidade, produtores brasileiros mostram que existem caminhos viáveis para evitar agressões à natureza.

Maior produtora certificada da América Latina, a Agropalma lançou em 2001 o que chamou de “desmatamento zero”.
A ideia era usar no plantio e produção apenas áreas que já tivessem sido devastadas. Desde então, a empresa cumpriu a meta. Estabelecida no Pará, a Agropalma dobrou a produção na última década sem provocar danos ambientais.
“Não é uma questão apenas de meio ambiente, mas também comercial”, diz Túlio Dias, gerente de responsabilidade socioambiental da empresa. “Muitos compradores evitam fazer negócios com produtores não certificados e perderíamos clientes se não cumpríssemos os requisitos que eles exigem.”

 

Minerva de volta à China

(foto: Minerva/divulgação)
(foto: Minerva/divulgação)

O sinal verde da China para o retorno das importações de carne bovina brasileira, suspensas desde 3 de junho, vai voltar a movimentar as maiores frigoríficos do país. Em reunião com os principais executivos, o presidente do frigorífico Minerva, Fernando Galletti, afirmou que a decisão vai garantir o cumprimento das metas financeiras para este ano. A empresa, que tinha colocado os funcionários em férias coletivas, já determinou a volta ao trabalho.

 

Unidas e Veloe assinam parceria

A concorrência no mercado de pagamentos eletrônicos de pedágios começa a transbordar para outros setores da economia. Prova disso é a parceria assinada entre a Veloe – marca da Alelo, Banco do Brasil e Bradesco – e a locadora Unidas, que vai instalar as tarjas de abertura automática de cancela em 120 mil veículos de sua frota. Com a parceria, os clientes da locadora de carros passam a ter acesso à rede nacional de pagamento nas principais estradas do país, aeroportos e shoppings.

 

O politicamente correto parece exagerado, mas é necessário. As próximas gerações terão um futuro melhor”

 Hugo Rodrigues, presidente da WMcCann, uma das maiores agências
de publicidade do Brasil

 

Facebook é removido de indicador que mede boa reputação

A agência de risco S&P Global anunciou que o Facebook não vai mais fazer parte do índice S&P 500 ESG Index, formado por empresas com boa pontuação em rankings de governança e sustentabilidade social e ambiental. A rede social fundada por Mark Zuckerberg foi retirada após uma série de escândalos envolvendo a privacidade dos seus usuários, que tiveram dados pessoais vazados. Além do Facebook, outras grandes companhias deixaram o índice, como IBM, Oracle e Wells Fargo.

 

65% dos brasileiros

consideram que a Reforma da Previdência é necessária, segundo pesquisa XP/Ipespe. Conforme o levantamento, 52% concordam total ou parcialmente com a proposta encaminhada

 

Rapidinhas

 

Um erro comum de investidores amadores é escolher um fundo olhando a rentabilidade obtida no passado. A estratégia está errada. Nada garante que o retorno obtido antes irá se repetir depois, já que o mercado sempre muda. De olho nisso, a gestora Geo Capital lançou o “baratômetro”, indicador que deixa de lado os
retornos do passado e
avalia a possibilidade de ganhos futuros.

O “baratômetro” indica o potencial de valorização do portfólio num horizonte de cinco anos. Com esse indicador, os gestores sugerem os melhores momentos para fazer aportes. Por exemplo: quando as bolsas estão em alta, o índice diminui – afinal, os papeis já valorizaram.

“Queremos que o investidor compre na baixa e venda na alta”, diz Gustavo Aranha, sócio da Geo Capital.A In Loco, empresa brasileira de tecnologia de localização, recebeu na semana passada uma nova rodada de investimentos, de R$ 80 milhões. Os recursos serão usados no processo de expansão nacional e na preparação da empresa
para entrar no mercado americano.

A Coluna errou. Na nota “Chineses de olho no delivery brasileiro”, o faturamento do iFood está incorreto. Em 2018, o valor foi de R$ 609 milhões, e não de R$ 370 milhões, conforme informado neste espaço. Com meio milhão de pedidos diários, o iFood lidera com folga o mercado brasileiro.

 

 

 

 


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