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Estado de Minas

O impacto da disputa entre Estados Unidos e China no PIB global

Guerra comercial entre Estados Unidos e China poderá representar um impacto negativo de 0,5% no PIB do planeta


postado em 11/06/2019 06:00 / atualizado em 11/06/2019 09:22

(foto: Jim Watson/AFP)
(foto: Jim Watson/AFP)

Nos últimos dias, diversos relatórios lançaram dúvidas a respeito da capacidade de a economia global continuar crescendo em ritmo forte. De acordo com o Banco Mundial, o PIB mundial vai avançar 2,6% neste ano. No começo de 2019, a instituição projetava alta de 2,9%. Para o Fundo Monetário Internacional (FMI), a guerra comercial entre Estados Unidos e China poderá representar um impacto negativo de 0,5% no PIB do planeta em 2020, o equivalente a US\$ 455 bilhões. O cenário desenhado por algumas das principais instituições financeiras dos Estados Unidos também não é promissor. Economista-chefe do Morgan Stanley, Chetan Ahya afirmou que a imposição de tarifas por parte de Donald Trump (foto) sobre os US\$ 300 bilhões em produtos chineses que ainda não foram taxados pode levar a uma recessão global em nove meses. Segundo o JP Morgan Chase, a chance de o PIB americano recuar dois trimestres seguidos nos próximos semestres subiu de 25% para 40%.

Moeda única 1: “É uma opção sedutora para nós”

A ideia de uma moeda única para Brasil e Argentina causou reações distintas entre empresários argentinos. Para uma parte do setor produtivo do país, a iniciativa pode ser uma forma de aliviar a crise econômica. “Essa é uma opção sedutora para nós”, diz Juan Fidalgo Perez, presidente da associação industrial da macrorregião de Córdoba. “Restam poucas alternativas para salvar o que sobrou da política econômica. Estamos atolados em problemas fiscais e monetários desde o governo de Carlos Menem”.

Moeda única 2: “Não há a menor chance de o projeto dar certo”


No Brasil, a reação dos especialistas não poderia ter sido mais negativa. Para o economista e professor do IBMEC-SP, Roberto Dumas, a ideia não faz sentido. “Não tem coisa mais absurda do que fazer uma coisa dessas”, afirma. “Basta ver como está a Zona do Euro, sendo que na Europa as economias são parecidas. Imagina ter uma moeda só, com economias tão distintas, e que exigem políticas monetárias e fiscais mais distintas ainda. Não há a menor chance de um projeto desses dar certo”.

Cervejarias artesanais disparam no Brasil


Não há crise que afete o mercado brasileiro de cervejas artesanais. Segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o país alcançou a marca de mil cervejarias em operação no fim de maio. Nos primeiros cinco meses do ano, foram 111 novas fábricas autorizadas a funcionar, uma média de 22 por mês. Apenas como comparação, o ano de 2009 terminou com 255 indústrias ativas. Ou seja, o número quadruplicou em uma década.

 

O Brasil precisa resolver o manicômio tributário que afeta a produtividade das empresas”, Marco Saltini, vice-presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) e diretor da Volkswagen Caminhõesl

 

R\$ 61,2 milhóes é quanto deve ser o faturamento do e-commerce no Brasil em 2019, alta de 15% em relação ao ano passado. Os dados são da E-bit

 

RAPIDINHAS

 

A Atlas Schindler, líder brasileira do mercado de elevadores, escadas e esteiras rolantes, destinou R\$ 5 milhões a projetos sociais, culturais e esportivos em 2018. No campo do esporte, a companhia patrocinou um piloto da Stock Car e também a Corrida do Bem, realizada em Londrina, cidade onde está instalada a sua fábrica no Brasil.

Mesmo com os juros baixos, o mercado de consórcios está crescendo com força. No primeiro quadrimestre do ano, as vendas de novas cotas subiram 17% em relação ao mesmo período do ano passado, saltando de 788 mil negócios para 921 mil. Os dados são da Associação Brasileira de Administradoras de
Consórcios (Abac).

Uma pesquisa feita pelo banco digital Nubank concluiu que, pelo menos entre os seus clientes, os casais preferem presentear com roupas no Dia dos Namorados. Em 2018, o volume de compras nesta categoria no fim de semana antes da comemoração foi 24% maior que a média dos fins de semana do ano. Em 2019, a alta deverá se repetir.


As seguidas lesões e polêmicas fora de campo têm prejudicado o produto Neymar no mundo dos negócios. Segundo o Centro Internacional do Estudo do Esporte, o valor de mercado  do atacante da Seleção Brasileira e do PSG caiu 29,6% desde o começo do ano, de 213 milhões de euros para
150 milhões de euros.

 

 


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