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Loggi chega a US$ 1 bilhão em valor de mercado e vira oitavo unicórnio brasileiro

A startup ganhou novo status ao receber US$ 150 milhões em investimentos de cinco companhias: SoftBank, Microsoft, GGV, Fifth Wall e Vel Partners


postado em 06/06/2019 06:00 / atualizado em 06/06/2019 09:07

O Brasil está se tornando um celeiro de unicórnios, como são chamadas as empresas iniciantes avaliadas em pelo menos US$ 1 bilhão. A nova integrante da lista é a Loggi, criada em 2013 pelo francês Fabien Mendez e pelo brasileiro Arthur Debert como uma empresa de entrega de documentos mas que rapidamente expandiu a atuação para o e-commerce. Hoje em dia, a Loggi atende gigantes como McDonald´s, Mercado Livre e Dafiti e está presente em 36 municípios do país. A startup ganhou novo status ao receber US$ 150 milhões em investimentos de cinco companhias: SoftBank, Microsoft, GGV, Fifth Wall e Vel Partners. Antes, o fundo japonês SoftBank já havia feito um aporte de US$ 111 milhões no projeto. Com dinheiro em caixa, a Loggi se junta ao grupo de companhias brasileiras que se transformaram em unicórnios, formado por 99, iFood, Movile, Nubank, Gympass, Stone e Arco Educação. Negócios como esses reforçam o vigor dos novos empreendedores do país.

Bilhões de reais pelo ralo

O Instituto Trata Brasil e a GO Associados divulgaram um estudo com dados alarmantes: vazamentos, ligações clandestinas e falhas de leitura de hidrômetro causam prejuízos de R$ 11 bilhões por ano no Brasil. A água desperdiçada chega a 75% em Roraima, líder no ranking de perdas hídricas. Para se ter ideia do tamanho do rombo, a cada 100 litros de água captada e tratada para ser distribuída, 75 litros ficam pelo caminho. Atrás de Roraima estão Amazonas, com 69% de desperdício, e Amapá, com 66%.

Energia renovável será mais barata que a tradicional

Os altos custos são a última barreira para a disseminação de energia renovável. Mas isso pode ficar no passado. Um relatório da Agência Internacional de Energia aponta que o preço de fontes renováveis tem diminuído no mundo. Segundo o estudo, o custo médio da energia solar térmica caiu 26% no ano passado, seguido pelos preços da bioenergia (-14%), painéis fotovoltaicos (-13%) e energia eólica (-13%), na foto o Complexo Santa Vitória do Palmar, no Rio Grande do Sul. A entidade prevê que, em 2020, a energia renovável será mais barata que a tradicional.

 

Gol aproveita crise da Avianca

(foto: Paulo Filgueiras/EM/D.A Press)
(foto: Paulo Filgueiras/EM/D.A Press)

A crise sem fim da Avianca, que entrou em processo de recuperação judicial, abriu caminho para as concorrentes. Líder do mercado brasileiro, a Gol informa que, em maio, a taxa média de ocupação em seus voos cresceu 4,9 pontos percentuais em comparação com o mesmo mês do ano passado, chegando a 81,9%. Segundo a companhia, a demanda por assentos foi 12,5% maior que um ano atrás, um sinal inequívoco de que os negócios melhoraram.

RAPIDINHAS

l Até o fim do ano que vem, a mineradora britânica Anglo American quer ter 33% de seus cargos executivos no Brasil ocupados por mulheres. Além disso, a empresa vai promover em Belo Horizonte, no dia 11 de junho, um encontro para debater diversidade e inclusão nas organizações, especialmente de portadores de necessidades especiais e LGBTs.

l A dinamarquesa Danfoss, uma das maiores do mundo no segmento de refrigeração, comprou 100% do capital da finlandesa Leanheat Oy, especializada em sistemas de aquecimento de edifícios por meio de inteligência artificial (IA). Com o negócio, a Danfoss fortalece a sua posição no mercado global, inclusive no Brasil.

l A produção brasileira de milho deve chegar a recordistas 98,2 milhões de toneladas no ciclo 2018/19, segundo previsão da consultoria INTL FCStone. “As exportações do cereal já começaram a aquecer e há muitas preocupações com a produção americana”, afirma Ana Luiza Lodi, analista de mercado da INTL FCStone.

l Maior empresa de alimentos do mundo, a Nestlé vai lançar um hambúrguer vegetal nos Estados Unidos. Poucos mercados são tão promissores. Segundo relatório recente do banco britânico Barclays, as carnes de laboratório representarão, na próxima década, 10% do mercado global de proteína.


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