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Bancos 1: BTG lança unidade de negócios digitais


postado em 30/05/2019 06:00 / atualizado em 30/05/2019 08:50

A competição digital no setor bancário está cada vez mais acirrada. Nesta semana, o BTG Pactual anunciou que lançará uma unidade para concentrar negócios digitais no segmento de varejo. A ideia é oferecer soluções de investimentos e conta-corrente (por meio do BTG Pactual Digital), e serviços para pequenas e médias empresas, incluindo crédito, financiamento ao consumo (via Banco Pan, que pertence ao grupo) e seguro. Segundo o banco, a unidade será liderada por Amos Genish, ex-presidente da Vivo e da TIM. Poucos setores passam por tantas transformações – e em velocidade alucinante. Também nesta semana, o Santander anunciou que desembolsará R$ 2,7 bilhões para melhorar a digitalização de seu sistema. No Brasil, o banco espanhol tem 24,9 milhões de clientes – dos quais 12,3 milhões são digitais. A ideia, disse Ana Botín, presidente global do Santander, é fazer com que a instituição financeira se torne, no futuro próximo, totalmente digital.


(foto: Banco Inter/Divulgação)
(foto: Banco Inter/Divulgação)

Bancos 2: Inter poderá valer US$ 4 bilhões no fim do ano?
Um relatório distribuído pela gestora Bogari Capital aponta as razões que a levaram a investir no Banco Inter. Entre elas, a Bogari informa que o Inter tem potencial para valer US$ 4 bilhões. No mundo dos fundos de Venture Capital, as plataformas financeiras digitais são cotadas em múltiplos de US$ 1 mil por cliente. “O Inter tem atualmente 2 milhões de clientes e poderia ter um valuation de US$ 2 bilhões. No final do ano, com 4 milhões de clientes, o valor seria US$ 4 bilhões”, diz o documento.

Bancos 3: Nos Estados Unidos, fintechs ameaçam instituições tradicionais
Por mais que os grandes bancos continuem faturando alto, é inegável que as fintechs ameaçam o setor financeiro tradicional. Nos Estados Unidos, o principal mercado do mundo, isso é perceptível. No país de Donald Trump, as fintechs já respondem por 38% de todos os créditos pessoais, segundo dados apurados pela Industry Insights Report. Em 2018, sempre de acordo com o levantamento, negócios desse tipo arrecadaram recordistas US$ 138 bilhões.

Rappi prepara expansão no Brasil após aporte bilionário
Se há um ramo de negócios que não pode reclamar da crise é o de entregas. Ontem, o aplicativo Rappi informou ter recebido um aporte de U$ 1,2 bilhão – é o maior investimento já realizado em uma startup da América Latina. Do total, US$ 1 bilhão veio do grupo japonês SoftBank e US$ 200 milhões de fundos de capital de risco, como Andreessen Horowitz, DST Global e Sequoia Capital. A startup pretende acelerar a expansão no Brasil, passando de 20 para 60 cidades ainda em 2019.


‘‘Uma vez me perguntaram: o que você precisa fazer para colocar mais um zero no seu faturamento? Nunca me senti tão inquieto com uma pergunta’’
Carlos Wizard, presidente do grupo Sforza, que controla mais de 20 empresas, como Pizza Hut, KFC e Taco Bell.

130.060% foi a inflação da Venezuela em 2018, segundo o Banco Central do país, no primeiro relatório oficial desde 2015. Para o Fundo Monetário Internacional, a situação é mais grave ainda. De acordo com o FMI, os preços subiram no ano passado 1.370.000%.


RAPIDINHAS

• A P&G, dona da marca Ariel, quer ensinar os consumidores a lavar roupa. A empresa criou uma lavanderia itinerante que circulará pela capital paulista até o dia 23 de junho. Para participar da ação, os interessados devem levar roupas que serão doadas para associações beneficentes.

• O setor de energia solar receberá fortes aportes em 2019. De acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica, o segmento prevê receber investimentos de R$ 5,2 bilhões até o fim do ano. Desse total, R$ 3 bilhões estão previstos para geração distribuída e a outra parte destinada a grandes parques solares.

• Em tempos de fechamento de grandes redes de livrarias, chama a atenção uma iniciativa da Livraria da Vila, de São Paulo. A empresa está reformando seus pontos de venda na capital paulista e tem planos para abrir unidades em outras capitais brasileiras. Mesmo com a crise do setor, a companhia aposta na oferta de serviços qualificados.

• A coluna recebeu o seguinte comunicado a respeito de uma nota publicada neste espaço: “A Sicoob é a maior instituição financeira de cooperativismo de crédito, composta por 450 cooperativas. Em 2018, teve R$ 3,1 bilhões de lucro (sobras líquidas). Desse montante, R$ 1,9 bilhão foi devolvido aos cooperados do sistema”.


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