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Estado de Minas

Lucro das empresas brasileiras de capital aberto sobe 9,1% no primeiro trimestre

Entre as cinco empresas que mais lucraram, quatro pertencem ao setor financeiro: Itaú Unibanco, Bradesco, Banco do Brasil e Santander Brasil. A exceção é a Petrobras


postado em 17/05/2019 06:00 / atualizado em 17/05/2019 08:29

Bolsa de valores em São Paulo(foto: Miguel Schincariol AFP)
Bolsa de valores em São Paulo (foto: Miguel Schincariol AFP)

A retomada é lenta, mas as companhias de capital aberto continuam fazendo dinheiro no Brasil. Um levantamento realizado pela consultoria Economática mostra que as empresas listadas na B3 tiveram lucro consolidado de R$ 42,1 bilhões no primeiro trimestre de 2019, alta de 9,14% em relação ao mesmo período do ano passado. O resultado não considera os balanços de Petrobras, Vale e Oi, que acabam distorcendo o número final. O resultado das 304 companhias analisadas foi puxado pelos grandes bancos. Entre as cinco empresas que mais lucraram, quatro pertencem ao setor financeiro: Itaú Unibanco, Bradesco, Banco do Brasil e Santander Brasil. A exceção é a Petrobras, que aparece em terceiro lugar na lista. Desconsiderando os bancos, o lucro dos demais setores somou R$ 20,5 bilhões no trimestre, queda de 2,55% na comparação anual. Nunca é demais lembrar: a melhora financeira das empresas ajuda a amenizar as perdas da bolsa brasileira (foto), que tem sofrido com as incertezas do cenário macroeconômico.

Lenovo quer dobrar seus PCs
A nova aposta da chinesa Lenovo, dona da divisão de celulares da Motorola, é produzir o primeiro notebook dobrável do mundo. O projeto existe há três anos e a empresa planeja fazer seu lançamento em 2020, como parte da marca premium ThinkPad X1. Enquanto companhias que produzem celulares fold – é o caso da Samsung e Huawei – buscam pegar um dispositivo do tamanho de um telefone comum e torná-lo maior, a ideia por trás do ThinkPad é inversa: tornar menor um PC de tamanho normal.

Alexa, da Amazon, vai vigiar a sua casa
A gigante americana Amazon vai mergulhar no segmento de vigilância residencial. Chamado de Echo, o sistema contará com os serviços da assistente virtual Alexa, que será configurada para identificar potenciais emergências. O sistema usará os sensores e microfones para captar, por exemplo, sinais como vidros quebrados ou alarmes de um detector de fumaça. Uma vez que o usuário dê o comando de voz “Alexa, estou saindo”, ela informará se tiver ouvido algo estranho enviando um alerta para o telefone.

Adidas faz parceria para delivery de tênis
No Chile, a Adidas decidiu assinar um acordo com a startup Rappi para viabilizar a entrega aos clientes de todos os itens (foto) que mantém em estoque. Quem entra no aplicativo da empresa de origem colombiana, que opera no Brasil, vai encontrar a fabricante de artigos esportivos entre as lojas disponíveis. A primeira parceria foi feita na operação das duas marcas na Colômbia. Por enquanto, fazem parte dos serviços 10 lojas da Adidas em Santiago e uma em Viña del Mar.

RAPIDINHAS

l A Direcional Engenharia se tornou a primeira empresa do setor de construção civil do país a adotar a tecnologia de assinatura eletrônica de contratos. Toda a transação é virtual, via aplicativo, tablet ou computador, e não gera custo para o cliente. Para garantir a proteção de dados, a tecnologia utiliza criptografia e segue normas de certificação.

l Os brasileiros admiram as inovações do setor de telefonia, mas a violação de dados preocupa. Essa é a principal constatação de uma pesquisa realizada pela consultoria de gestão estratégica Oliver Wyman, que consultou 1.021 usuários de serviços de telecom no Brasil. De acordo com o estudo, 41% dos pesquisados estão receosos com as inovações trazidas pela inteligência artificial.

l O governo quer dar aulas de finanças. Ontem, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, disse que a instituição estuda medidas para estimular a educação financeira no país. Uma ideia seria conceder juros menores nos empréstimos para quem participar de programas educacionais.

l O mercado de ensino de idiomas cresce como nunca no Brasil. O grupo International School, um dos maiores do setor no país, aumentou a base de alunos em 90% no ano passado, saltando de 45 mil para 85 mil clientes. Em 2015, o projeto contava com 500 estudantes.


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