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Estado de Minas

Mônica agora vai dar aula de educação financeira

Aos 83 anos, Mauricio de Souza continua trabalhando em ritmo intenso


postado em 16/05/2019 05:07 / atualizado em 16/05/2019 09:13

(foto: Reprodução Internet)
(foto: Reprodução Internet)

O desenhista Mauricio de Sousa é um dos empreendedores de faro mais aguçado do Brasil. Atento ao crescente interesse por educação financeira, o criador da Turma da Mônica resolveu lançar uma série especial de revistas em quadrinhos com essa temática. Além disso, em parceria com a cooperativa Sicredi, preparou vários episódios de desenho animado sobre orçamento familiar, controle de gastos e planejamento financeiro. Cada episódio, com um minuto e meio de duração, traz os personagens da Turma da Mônica em situações cotidianas que exigem algum conhecimento sobre finanças. Os desenhos podem ser vistos no canal oficial do Sicredi no YouTube. Aos 83 anos, Mauricio de Souza continua trabalhando em ritmo intenso. Suas tirinhas diárias são estampadas em jornais e páginas de gibis publicados em 29 países. O octogenário também está conectado com os novos tempos. A Mauricio de Souza Produções ampliou sua presença digital e tem feito enorme barulho em redes sociais como Instagram e Facebook.

Acabou a lua de mel do mercado com Bolsonaro?
Quem acompanha os fóruns de discussão na internet sobre o mercado financeiro notou nesta semana uma mudança na percepção de gestores e especialistas em geral a respeito da administração Bolsonaro. O mercado começou a desconfiar da capacidade de o governo articular a reforma da Previdência e de fazer o país sair do atoleiro. A safra negativa de balanços – o que é resultado direto da piora dos indicadores – também contribuiu para o desânimo dos investidores.  

Tensões geoeconômicas aumentam riscos financeiros
O Global Risks Report, relatório anual publicado pelo Fórum Econômico Mundial em conjunto com a seguradora Zurich, aponta que as tensões geoeconômicas estão entre as principais vulnerabilidades financeiras para 2019. O estudo consultou mil pessoas, entre lideranças empresariais, acadêmicas e outros representantes da sociedade civil. Para 91%, é crescente o risco relacionado a confrontos econômicos entre grandes potências e 88% temem a erosão de acordos comerciais multilaterais.

Chinesa Huawei retorna ao mercado brasileiro de smartphones
Quase cinco anos depois de ter deixado o Brasil, a Huawei retoma amanhã as vendas de smartphones no país. A fabricante chinesa aposta nos modelos P30 Pro e P30 lite, que possuem, segundo especialistas, uma das melhores câmeras do mercado. Não se trata de um movimento qualquer. A Huawei ultrapassou a Apple e já é a segunda maior fabricante de smartphones do mundo, atrás da Samsung. Isso depois das denúncias, nos Estados Unidos, de ter roubado segredos industriais.

RAPIDINHAS

l Em tempos difíceis, os negócios focados em empréstimos financeiros ganham espaço. É o caso da fintech de crédito consignado Paketá Crédito, que nasceu com números superlativos. A empresa conta com um fundo de investimento com mais de R$ 100 milhões em capital para ser emprestado em 2019. A meta é ambiciosa: chegar a R$ 1 bilhão nos próximos cinco anos.

l A rede C&A realiza um importante trabalho no país. No ano passado, coletou 53.432 produtos eletrônicos como celulares, pilhas e baterias. Foram retiradas da natureza três toneladas de lixo eletrônico, volume 31% acima de 2017. A iniciativa beneficia 1,4 mil profissionais de quatro redes de cooperativas de reciclagem.

l O avanço dos carros elétricos é irreversível. Segundo projeções da Bloomberg New Energy Finance, os modelos a eletricidade representarão 57% do mercado em 2040. Parece longe, mas são apenas duas décadas. Europa e China deverão liderar a maior transformação da história da indústria automobilística.

l Patrocinador da Seleção Brasileira há 18 anos, o Guaraná Antarctica, da Ambev, fará uma ação especial para o Mundial de Futebol Feminino, que começa no dia 7 de junho, na França. Em sua nova propaganda, a marca admite que usou poucas atletas em seus anúncios e convida as empresas a mudarem essa prática.


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