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Estado de Minas

Por mês, brasileiros fazem 2 milhões de pagamentos com cartões por aproximação

Em contrapartida, a quantidade de pessoas que fazem suas compras via smartphone subiu de 15% para 50% no período


postado em 13/05/2019 06:00 / atualizado em 13/05/2019 09:32

(foto: Divulgacao/Nubank )
(foto: Divulgacao/Nubank )

O avanço da tecnologia impõe enormes desafios às lojas físicas. Segundo a pesquisa Global Consumer Insights 2019, feita pela consultoria PwC, o número de brasileiros que realizam ao menos uma compra por mês em estabelecimentos físicos caiu de 70% para 62% entre 2013 e 2019. Em contrapartida, a quantidade de pessoas que fazem suas compras via smartphone subiu de 15% para 50% no período.

Para as lojas, uma maneira de amenizar esse movimento é tornar o atendimento mais eficiente, diminuindo filas e o tempo necessário para o cliente fazer uma transação.

Nesse contexto, os pagamentos por aproximação – nos quais o consumidor pode efetuar a compra apenas ao aproximar seu dispositivo, sem a necessidade de inserir o cartão em uma maquininha – estão ganhando espaço no mercado. Segundo Paulo Frossard, vice-presidente de desenvolvimento de negócios da Mastercard Brasil, os brasileiros já realizam por mês dois milhões de pagamentos por aproximação – e isso é apenas o começo.

Até agora, a Bitcoin é o melhor investimento do ano

A euforia com moedas virtuais passou, certo? Não é bem assim. Depois da queda vertiginosa em 2018, a Bitcoin está de volta ao jogo, mas desta vez sem alarde. A criptomoeda acumula valorização de 60% em 2019 (até a sexta-feira passada), o que a torna um dos melhores investimentos do ano. Para efeito de comparação, o S&P 500, índice que reúne as 500 ações mais negociadas nas bolsas americanas, subiu em torno de 20% em 2019.

O (ainda) inexploradomercado de galpões
Poucos mercados no Brasil são tão promissores quanto o de galpões industriais. Uma simples comparação mostra como o país está atrasado nesse ramo. O México conta com 65 milhões de metros quadrados de ABL (Área Bruta Locável), sigla usada pelo setor para representar os espaços destinados à locação. No Brasil, são apenas 13,8 milhões de metros quadrados. A discrepância é ainda mais surpreendente quando se compara a força da economia dos dois países. O PIB brasileiro é quase o dobro do mexicano.

Diversidade no mercado de trabalho aumenta inovação

Um estudo realizado pela consultoria Accenture em 27 países com 18 mil profissionais concluiu que a diversidade dentro das empresas é responsável por multiplicar iniciativas inovadoras capazes de gerar crescimento. Segundo a pesquisa, companhias que valorizam igualdade de gênero e classe são cinco vezes mais inovadoras do que as outras – e também mais lucrativas. Entre os executivos consultados, 95% consideram que a inovação é vital para a viabilizar negócios competitivos.

RAPIDINHAS

 O São Paulo saiu na frente dos rivais brasileiros – pelos menos no mundo dos investimentos. O tricolor paulista será o primeiro time do país a lançar um fundo aberto a interessados. Chamado de Fidc-NP, ele pretende levantar R$ 40 milhões. Como garantia, o clube ofereceu o contrato de pay-per-view que assinou com a Globo.

 Apesar dos riscos de se investir no futebol – resultados negativos dentro de campo podem atrapalhar os negócios –, o São Paulo está otimista. A gestão do fundo será da Ouro Preto Investimentos, que tem R$ 5 bilhões em ativos, e a custódia ficará com a Socopa, também tradicional no mercado financeiro.

 A fabricante chinesa de drones DJI vai apostar todas as fichas no Brasil. A companhia acaba de lançar um programa que transforma os dados capturados por drones em modelos digitais 3D de fácil análise. Na agricultura, a inovação é capaz de fazer um mapeamento completo do solo agrícola e em tempo real, enquanto o aparelho ainda est&aac ute; em pleno voo.

 A multinacional americana de bens de consumo Kimberly-Clark quer ampliar programas para equidade de gênero. A empresa já tem resultados concretos para mostrar. Se nas grandes corporações apenas um terço das mulheres consegue chegar a cargos de liderança, na subsidiária brasileira da companhia o índice é de 39%.


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