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Estado de Minas

A nova economia dos escritórios compartilhados


postado em 06/05/2019 06:00 / atualizado em 06/05/2019 08:43

Se o Airbnb revolucionou a hospedagem e a Uber o transporte de passageiros, as empresas especializadas em coworking, como são chamados os escritórios compartilhados, estão transformando os espaços de trabalho. A lógica é a mesma. “Em vez de ter um carro, as pessoas preferem usar os serviços do aplicativo”, diz Tiago Alves, presidente do Grupo IWG no Brasil, dono das marcas Regus e Spaces e com faturamento de R$ 500 milhões no país. “Em vez de gastar dinheiro com um escritório, agora as companhias buscam um lugar que já está pronto.” O maior benefício do negócio, diz o executivo, é a possibilidade de networking: “Na economia compartilhada, fazer contatos e ter uma ampla rede de relacionamentos é fundamental”. O Grupo IWG está presente em 14 cidades de nove estados brasileiros e, todos os dias, passam por seus escritórios 28 mil pessoas. Não são apenas as startups que usam os serviços. O IWG tem entre seus clientes gigantes como Petrobras, IBM e Linkedin.

Bolsa 1
Para os investidores, “terrível maio” chegou

Os investidores mais experientes do mercado de ações estão preocupados. O “terrível maio” – é assim que eles se referem ao mês – chegou. Por uma estranha tradição, maio costuma ser péssimo para os negócios. A última vez em que a Bolsa brasileira subiu nesse período foi em 2009. Entre 2010 e 2018, maio foi por cinco vezes o pior mês do ano para o mercado. Os resultados são mesmo de espantar. Em 2016 e 2018, as ações negociadas em maio fecharam com queda em torno de 10%. Em 2017, o tombo foi de 7%.

Bolsa 2
Desta vez, perspectivas são melhores

Embora o mercado esteja em compasso de espera pela reforma da Previdência, tudo indica que, desta vez, maio provocará menos sustos. Bem ou mal, a reforma está encaminhada e os balanços das empresas brasileiras têm demonstrado algum vigor. Isso, claro, se nenhum evento extraordinário acontecer. Em maio de 2017, a Bolsa foi derrubada pelo Joesley Day (o dia do vazamento da gravação de Joesley Batista, dono da JBS, com o presidente Michel Temer). Em maio de 2018, houve a greve dos caminhoneiros.

(foto: BILL PUGLIANO/AFP 18/9/14)
(foto: BILL PUGLIANO/AFP 18/9/14)

‘Desde cedo fiquei impressionado com Jeff Bezos, nunca pensei que ele faria o que ele fez, na escala do que aconteceu. Isso mudou seu comportamento e o comportamento de todos’’
•  Warren Buffett, megainvestidor americano, explicando por que decidiu comprar ações da Amazon, fundada por Jeff Bezos


Até a capitalização cresce
A maré está alta para o mercado financeiro. Até o segmento de títulos de capitalização, considerado pelos especialistas o pior dos investimentos, está crescendo. No primeiro bimestre, houve avanço na arrecadação, nas reservas técnicas e na distribuição de prêmios, segundo a FenaCap, a federação do setor. O faturamento acumulado alcançou R$ 3,6 bilhões nos dois primeiros meses do ano, o que representa um aumento de 9,6% ante igual período do ano passado.

Rapidinhas

• O mercado de condomínios logísticos de alto padrão do estado de São Paulo, responsável por 60% do segmento no Brasil, fechou o primeiro trimestre de 2019 com 20% de taxa de vacância. O percentual indica retomada: em 2018, o índice ficou em 25%. A tendência de queda da vacância deve continuar em 2019.

• O grupo sul-mato-grossense Sinagro concluiu a compra da australiana AgBiTech, especializada em controle biológico de pragas. A brasileira passará a trazer as inovações daquele país para reforçar o manejo de lagartas nas lavouras de soja, algodão e feijão. Com o negócio, a Sinagro quer triplicar o faturamento até 2023.

• Declaração feita pelo diretor de robótica da Amazon mostrou como os robôs estão longe de substituir os humanos. Segundo o executivo, é falso o boato de que a empresa vai demitir funcionários da área de estoque. E por uma simples razão: as máquinas são incapazes de realizar as tarefas com a mesma eficiência. Isso, diz a Amazon, vai levar 10 anos.

• Os cancelamentos de voos da Avianca estão turbinando as receitas das rivais. Estudo da Kayak, ferramenta de planejamento de viagens, comparou as buscas por passagens nas rotas operadas pela Avianca antes e depois do anúncio dos cancelamentos. A pesquisa identificou um aumento de 14% nos preços das demais companhias.




11,5%
foi quanto cresceram as vendas de supermercados em março na comparação com fevereiro, segundo dados da Abras, a associação do setor. Para o ano todo, projeta-se um avanço de 3%


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