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O que mostram os dados do emprego?

Alguns eventos pontuais afetaram de forma atípica os resultados do emprego com carteira assinada


postado em 25/04/2019 06:00 / atualizado em 25/04/2019 09:18

(foto: Arte/Soraia Piva)
(foto: Arte/Soraia Piva)

Apesar de o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) ter caído em janeiro e fevereiro, os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) mostram que o Brasil criou 179.543 novas vagas formais de trabalho no primeiro trimestre de 2019. Segundo a prévia do PIB, feita pelo BC, a economia brasileira recuou 0,31% no primeiro mês do ano, e 0,73% no mês seguinte. Economista da consultoria Tendências, Thiago Xavier explica que alguns eventos pontuais afetaram de forma atípica os resultados do emprego com carteira assinada. Segundo ele, a mudança de data do carnaval, que ocorreu apenas em março, colaborou para o avanço expressivo do emprego formal em fevereiro e a queda no mês seguinte. Na opinião do analista, a comparação entre os dados de 2018 e 2019 do IBC-Br mostra que a economia do país está se recuperando – e é exatamente isso o que interessa para um país que não suporta mais crises.

Empresas estão com a “cabeça” nas nuvens

A maior parte das empresas está migrando suas aplicações de negócios para infraestruturas baseadas em nuvem (cloud computing). É o que aponta um estudo realizado pelo SAS Brasil, com 286 executivos de áreas de tecnologia e análise de dados de grandes companhias da América Latina. A percepção é que 80% dos clientes têm ou terão projetos baseados em cloud computing nos próximos 12 meses. “A nuvem está se tornando um território familiar”, diz Kleber Wedemann, diretor de marketing do SAS América Latina.

Hershey destina US$ 500 milhões para combater aquecimento global

Estudos recentes mostram que o aquecimento global pode fazer com que as áreas apropriadas para o plantio de cacau – sempre próximas à Linha do Equador – encolham 30% nas próximas duas décadas. Preocupada com esse cenário, a americana Hershey, uma das mais tradicionais fabricantes de chocolate do mundo, decidiu agir. A empresa vai destinar US$ 500 milhões para bancar pesquisas que apontem caminhos para combater as mudanças climáticas. O projeto começará em Gana, na África.

Kumon expande negócios na América do Sul

Presente no Brasil desde 1977, a rede japonesa Kumon, especializada no ensino de matemática e idiomas, lançará um ambicioso plano de expansão na América do Sul. O projeto começará pelo Uruguai, com a abertura de 20 unidades nos próximos cinco anos, sendo quatro delas em 2019. A coordenação da operação será no Brasil, que abriga a matriz regional do Kumon na América do Sul. A empresa é um fenômeno global. São 25 mil franquias, em 52 países, que atendem 4 milhões de estudantes.


Rapidinhas

A startup italiana Biofarm inventou uma maneira criativa de bancar seus produtos orgânicos: cada planta cultivada pela empresa tem um patrocinador privado. O interessado paga uma quantia mensal para ter o direito de monitorar remotamente, por meio do celular ou computador, o progresso de sua plantação.

No momento da colheita, o patrocinador escolhe entre ficar com o produto (uma rede de supermercados pode ter o interesse de mostrar aos clientes a procedência de seus legumes) ou deixar que a Biofarm vá ao mercado vendê-lo, e depois embolsar uma parte dos lucros. O modelo começou na Itália e foi tão bem-sucedido que será exportado para doutros países, inclusive o Brasil.

A multinacional holandesa Paper Excellence concluiu recentemente a compra da canadense Catalyst Paper. Com o negócio, o grupo adicionou 1,3 milhão de toneladas à produção anual de papel e celulose e ampliou o portfólio de produtos. Juntas, as duas empresas devem somar US$ 2,5 bilhões de receitas anuais.

O grupo francês Casino, controlador do GPA no Brasil (redes Pão de Açúcar e Extra), vai instalar o serviço de autoatendimento da Amazon (conhecido como Amazon Locker) em 1 mil lojas na França. O acordo prevê, ainda, oferecer, pelo aplicativo da Amazon, milhares de produtos do grupo Casino.

“É preciso colocar o homem no centro da transformação digital”
Luiz Sérgio Vieira, presidente da empresa de consultoria e auditoria EY Brasil. Segundo ele, a adoção de novas tecnologias por parte das empresas só faz sentido se o ser humano estiver no centro desse processo

US$ 116 bilhões é quanto a sul-coreana Samsung vai investir nos próximos 10 anos para desbancar a Qualcomm e a Intel, e se tornar a maior fabricante de chips e processadores do mundo


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