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Por que o Museu Nacional conseguiu só 0,03% das doações de Notre-Dame?

O valor obtido pela catedral foi alcançado graças às doações feitas por grupos empresariais do país


postado em 23/04/2019 06:00 / atualizado em 23/04/2019 10:51

(foto: Arte/Soraia Piva)
(foto: Arte/Soraia Piva)

A comparação entre as doações recebidas pela Catedral de Notre-Dame e pelo Museu Nacional após seus respectivos incêndios gerou um acalorado debate no Brasil. Enquanto o monumento francês recebeu 800 milhões de euros (R$ 3,5 bilhões) em apenas um dia, as doações para o museu brasileiro somaram R$ 1,1 milhão sete meses e meio após a destruição, o equivalente a 0,03% da quantia recebida pela igreja. O valor obtido pela catedral foi alcançado graças às doações feitas por grupos empresariais do país. Só a L’Oréal vai ajudar com 200 milhões de euros (R$ 885 milhões). No caso do museu, as doações de pessoas jurídicas somaram apenas R$ 15 mil – do restante, R$ 142 mil vieram de pessoas físicas, R$ 796 mil do governo da Alemanha e R$ 150 mil do consulado da Inglaterra. A diferença pode ser explicada pelos incentivos fiscais que os franceses recebem ao doar, enquanto a legislação brasileira não facilita as doações privadas para o setor público.

Os altos e baixos do alumínio
Demanda em alta, produção em baixa. Esse é o resumo da indústria brasileira do alumínio em 2018. De janeiro a dezembro, o consumo de metal no país cresceu 10% em relação a 2017, totalizando 1,383 milhão de toneladas. Já a produção nacional de alumínio primário, que em 2018 somou 659 mil toneladas, caiu 17% em relação a 2017. Parte disso se explica pelo fato de a maior refinaria de alumínio do mundo, a Alunorte, em Barcarena, no Pará, operar com metade da capacidade desde o início de 2018.

90 milhões de processos jurídicos mapeados
Parece muito – e é mesmo. O número acima corresponde à quantidade de processos judiciais armazenados em um big data criado pela empresa e-Xyon desde 2001. Especializada em tecnologia jurídica, a companhia alimenta seu banco de dados graças à inteligência de robôs. Eles mapeiam diariamente cerca de 100 mil processos cíveis e trabalhistas em todo o país. A ideia da companhia, criada há 18 anos, é analisar e cruzar dados para melhorar a produtividade do setor.

Startups brasileiras são selecionadas para evento em Nova York

A criatividade das startups brasileiras está ganhando espaço mundo afora. Duas delas foram selecionadas para participar da edição 2019 do TechDay New York, que se consolidou nos últimos anos como um dos mais importantes eventos de tecnologia dos Estados Unidos. As empresas escolhidas foram a Shopper Um, que desenvolve soluções para vendas no varejo, e a IMedical, voltada ao setor de saúde. O evento será realizado em 2 de maio e reunirá 300 startups de diversos países.

RAPIDINHAS

l A julgar pelo apetite dos investidores, o mercado imobiliário está reencontrando o caminho do crescimento. As emissões de Fundos de Investimentos Imobiliários (FII) alcançaram R$ 6,4 bilhões no primeiro trimestre de 2019, contra R$ 3,2 bilhões do mesmo período do ano passado. Na avaliação da Anbima, a associação do setor, o movimento aponta para a recuperação do setor.

l A cooperativa financeira Sicredi, com mais de 4 milhões de clientes e operação em 22 estados brasileiros e no Distrito Federal, firmou parceria com a AgTech Garage, hub que promove a conexão entre startups, instituições de ensino e produtores rurais, para acelerar o desenvolvimento de soluções tecnológicas para o agronegócio.

l Mesmo com as turbulências na economia, o Grupo CI, líder no segmento de intercâmbio e turismo internacional, estima crescer entre 15% e 20% em 2019. Trata-se de um resultado bem melhor do que o do ano passado. Em 2018, a empresa faturou R$ 325 milhões, alta discreta de 1,5% em relação a 2017.

l O Grupo Villagres, um dos mais importantes fabricantes de porcelanatos no Brasil, está otimista com os rumos da economia. A empresa pretende elevar seu faturamento em mais de 10% no mercado nacional, além de ampliar o quadro de colaboradores entre 3% e 5% em 2019.


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