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FHC defende 'serenar ânimos' e pede 'mais tolerância' na política; assista ao vídeo

O assessor de FHC, Xico Graziano, disse que o vídeo foi motivado por cobranças que o ex-presidente recebeu nas redes sociais

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postado em 11/04/2017 07:55 / atualizado em 11/04/2017 08:32

Agência Estado


São Paulo - Em um vídeo que divulgado nesta terça-feira, nas redes sociais, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) critica o antagonismo de "nós contra eles" na política, diz que o momento é de "serenar os ânimos" e prega a "aceitação do outro" em prol de melhorias para o Brasil. "O que nós precisamos é de mais aceitação do outro, mais tolerância e ver o que dá para fazer em conjunto pelo País", diz ele no vídeo.

Mesmo pregando o diálogo, FHC diz que o PT é o responsável pela política do "nós contra eles". E cita como consequência negativa o episódio em que o deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) cuspiu no rosto do colega Jair Bolsonaro (PSC-SP).

"Veja no que deu essa tentativa no Brasil de jogar ‘nós contra eles’. Isso veio principalmente do pessoal do PT mas agora se generalizou", diz.

"Acho que chegou o momento no Brasil que nós precisamos, não é fazer um acordão de cúpula, mas serenar os ânimos e ver o que é que interessa a todos como um conjunto, como um país, um povo".

O assessor de FHC, Xico Graziano, disse que o vídeo foi motivado por cobranças que o ex-presidente recebeu nas redes sociais após afirmar que Bolsonaro e Wyllys tinham "passado do limite" no episódio.

FHC, no entanto, gravou as declarações às vésperas de uma reunião inédita entre dirigentes do Instituto Fernando Henrique Cardoso e da Fundação Perseu Abramo, braço acadêmico do PT. A reunião será no dia 18 e irá discutir a pesquisa "Percepções e Valores Políticos nas Periferias de São Paulo", segundo a qual para uma parcela significativa deste eleitorado não existe o conceito de luta de classes, o Estado é visto como inimigo e os únicos caminhos para subir na vida são o mérito e o esforço pessoais.

Diálogo


A abertura de um diálogo entre FHC e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é objeto de esforço de interlocutores em comum desde janeiro, quando o tucano fez uma visita de cortesia à ex-primeira-dama Marisa Letícia no hospital. A possibilidade de que a reaproximação seja vista como uma tentativa de "acordão de cúpulas", porém, é um dos entraves para o diálogo.

"Vejo com bons olhos. Neste clima de terra arrasada não vai ter outro jeito. Temos que falar sobre o que é caixa 2, como financiar as campanhas, quais serão as regras da política", disse Gilberto Carvalho, ex-chefe de gabinete de Lula. "Mas tem que ficar bem claro desde o início que não é para abafar nada. Isso é um entrave que faz as pessoas desconfiarem", completou.
Tags: fhc
Comentários Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação
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Voltaire
Voltaire - 12 de Abril às 03:17
Como fala asneiras esse cidadão.
 
claudio
claudio - 11 de Abril às 17:56
aqueles que mamam nas tetas do estado não querem mudanças..se depender destes cães desonestos eles ficariam no governo eternamente e o povo que se dane...FORA FHC vá procurar um cemitério p/ você dormir em paz!!!
 
claudio
claudio - 11 de Abril às 17:54
Não tem que serenar ânimos coisa nenhuma, pelo contrário: precisamos focar na mudança de las leis para admitir pena de morte para políticos corruptos do Brasil, inclusive aqueles que como presidente empregaram sua filha com ajuda do senador cúmplice,mesmo a menina não trabalhando, a menos é claro que estivesse fazendo alguma "atividade específica" p/ o tal senador!! cambada de safados..só a mudança de lei admitindo a pena de morte nos livrará destes cães desonestos!!
 
ÉRIKA
ÉRIKA - 11 de Abril às 17:13
Agora é tarde! Seu pupilo já botou fogo no país e semeou o ódio e a anarquia! Tudo isso apoiado pela "justiça" que deveria prezar pela ordem.
 
cesar
cesar - 11 de Abril às 15:10
É? Agora que a podridão do seu partido começou a aparecer precisa serenar?
 
JOSE
JOSE - 11 de Abril às 12:19
Data vênia, antes de serenar os ânimos,o povo precisa ver os corruptos na cadeia,independente de partidos e ideologias....
 
Ramon
Ramon - 11 de Abril às 09:47
Este senhor com seu jurista secretario dos direitos dos manos no seu governo , deu aval para o país ser o que é hoje. bandidagem cruel sanguinária que não perdoa ninguém e com todo direito de ter um assecla da OAB para sua defesa e as pessoas honestas e de caráter tem que pagar por isto. Na praça da liberdade onde foi montado aquele circo , disse para um delegado federal com muito respeito: enquanto existir ,maçons/OAB o país vai ser este kaos !
 
Nilson
Nilson - 11 de Abril às 09:04
Não FHC! Eu não aceito ladrões! Não aceito homicidas! Não aceito corruptos. Não tem que haver este aceitar o outro, aceitar bandidos. Continua nós contra eles.
 
ROBSON
ROBSON - 11 de Abril às 08:44
é outro velho que fica dando palpite errado.