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PF deflagra 8ª fase da Operação Zelotes

Esta nova etapa da operação aponta a existência, entre os anos de 2006 e 2015, de suposto conluio entre um conselheiro do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) e uma instituição financeira

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postado em 01/12/2016 08:31 / atualizado em 01/12/2016 08:40

Agência Estado

São Paulo - A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã desta quinta-feira, dia 1º, a 8ª fase da Operação Zelotes, que investiga um esquema de manipulação do trâmite de processos e no resultado de julgamentos no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf).

Por meio de nota, a PF informa que cerca de cem policiais federais estão cumprindo 34 mandados judiciais, sendo 21 mandados de busca e apreensão e 13 de condução coercitiva nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Pernambuco.

Esta nova etapa da operação aponta a existência, entre os anos de 2006 e 2015, de suposto conluio entre um conselheiro do Carf e uma instituição financeira. O esquema, de acordo com a PF, envolvia escritórios de advocacia e empresas de consultoria.

A Polícia Federal identificou que houve sucesso na manipulação de processos administrativos fiscais em ao menos três ocasiões. Os investigados poderão responder, na medida de suas participações, pelos crimes de corrupção ativa, corrupção passiva, advocacia administrativa tributária e lavagem de dinheiro

A Operação Zelotes foi deflagrada no dia 26 de março de 2015 com o objetivo de desarticular organizações criminosas que atuavam junto ao Carf, causando grande prejuízo aos cofres públicos.

Os crimes investigados na operação são: Advocacia Administrativa Fazendária, Tráfico de Influência, Corrupção Passiva, Corrupção Ativa, Associação Criminosa, Organização Criminosa e Lavagem de Dinheiro.

Discriminação dos mandados

- São Paulo: 19 buscas e 11 conduções coercitivas

- Rio de Janeiro: uma busca e uma condução coercitiva

- Pernambuco: uma busca e uma condução coercitiva
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Full - 01 de Dezembro às 09:10
A PF já deflagrou dezenas de operações com os nomes mais bizarros. Já prendeu centenas de empresários e políticos, só Aecim que continua livre, leve e solto.