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Pimentel disse esperar que Judiciário não interfira no seu julgamento na ALMG

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postado em 21/11/2016 13:29 / atualizado em 21/11/2016 13:44

Flávia Ayer

Jair AmaralEM/D.A Press

O governador Fernando Pimentel (PT) afirmou que espera que o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) não interfira no julgamento na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) sobre o pedido de abertura de ação penal contra o petista no Superior Tribunal de Justiça (STJ). Na sexta-feira, deputados da oposição entraram com mandado de segurança no TJMG solicitando a suspensão da tramitação do processo de Pimentel no Legislativo.

Os parlamentares também pedem o acesso integral aos autos da Operação Acrônimo da Polícia Federal, que investiga o governador. Eles afirmam que estão sendo impedidos de ter acesso ao teor da denúncia contra Pimentel.

“A oposição faz o papel dela e tem pleno direito de recorrer ao Judiciário. Acredito que o Poder Judiciário, é uma opinião pessoal minha, mas o Poder Judiciário também é soberano. Vamos aguardar com serenidade”, disse Pimentel, que participou pela manhã da inauguração do Fórum de Mediação e Conciliação em BH.

Pimentel disse ainda que o julgamento na Assembleia é uma decisão política, e não jurídica. “É uma decisão política, se queremos prosseguir Minas Gerais com clima de tranquilidade e respeito às instituições e harmonia que conseguimos conduzir até agora”, afirmou.

O governador disse ainda sobre o risco da decisão que deputados venham a tomar abale o Estado. “Graças a Deus, estamos evitando que essa crise que se instalou nos outros estados – e o Rio de Janeiro é o melhor exemplo – chegue até aqui ou se vamos tomar alguma medida que vai fragilizar mais ainda o Poder Executivo”, afirmou.

 

O processo está nas mãos do desembargador Estêvão Lucchesi. O presidente do TJMG, desembargador Hebert Carneiro, que também estava no mesmo evento de Pimentel, afirmou que a decisão sobre o mandado caberá a Lucchesi. “Como presidente, até por questão ética, não tenho como me pronunciar. Tudo que se ingressa na Justiça há chance de se aprovar. Ele tem um relator competente e caberá a ele a decisão”, afirmou.
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