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Pimentel recebe lista tríplice para escolher chefe do Ministério Público

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postado em 15/11/2016 06:00 / atualizado em 16/11/2016 08:41

Alessandra Mello

Marcos Vieira/Jorge Gontijo/EM/D.A Press  e  Guilherme Dardanhan

O governador Fernando Pimentel (PT) tem até o dia 1º de dezembro para escolher quem será o novo procurador-geral de Justiça para o biênio 2017/2018. A eleição terminou na semana passada e os três primeiros colocados foram os procuradores Jarbas Soares Júnior, Antônio Sérgio Tonet e Waldemar Antônio de Arimateia. Eles vão compor a lista que será encaminhada ao governador para que ele escolha entre os três o novo chefe do Ministério Público.

Jarbas Soares, que já comandou o MP mineiro durante as administrações de Aécio Neves e Antonio Anastasia, ambos do PSDB, foi o primeiro colocado, com 572 votos, apenas 10 a mais que Tonet. Arimateia obteve 321. Também participaram da disputa a procuradora Gisela Potério Santos Saldanha, que recebeu 283 votos, e o procurador Mauro Flávio Ferreira Brandão, que obteve 248.

O resultado foi anunciado na sexta-feira passada pelo presidente da Comissão Eleitoral, Darcy de Souza Filho, na presença do também integrante da comissão Márcio Heli de Andrade. Logo após o encerramento da apuração, a lista tríplice foi entregue ao atual procurador-geral de Justiça, Carlos André Mariani Bittencourt.

Os nomes serão encaminhados amanhã para o governador, que tem prazo de 15 dias para escolher e nomear o procurador-geral de Justiça. Pimentel não é obrigado a escolher o mais votado.

Os eleitores são promotores e procuradores de Justiça em atividade. O voto é obrigatório, pessoal e secreto. Cada eleitor pode votar, no máximo, em três candidatos inscritos. A eleição e a apuração são feitas por meio de um sistema informatizado.
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Marcos
Marcos - 15 de Novembro às 10:43
Este é mais um caso de piada pronta. Por que dar ao governador a prerrogativa de escolher o homem, independente da sua colocação na votação? Podem apostar: se for escolhido algum que não seja o primeiro mais votado, será alguém mais conveniente, sobretudo nesses tempos de governador-réu. |MP|
 
Full
Full - 16 de Novembro às 10:21
ô coxinha retardado, trata-se de prerrogativa do governador, garantida por lei. Vcs já cassaram os votos de 54 milhões de brasileiros e agora querem tirar prerrogativas de um governador, democraticamente eleito? Esta prerrogativa não era questionada, quando o governador era seu chefe Aecim, né, seu babaca?