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Kalil diz que é preciso postura mais agressiva para resolver problemas da Santa Casa

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postado em 13/10/2016 15:24 / atualizado em 13/10/2016 15:45

Alessandra Mello

O candidato do PHS à Prefeitura de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, visitou hoje de manhã a Santa Casa da Misericórdia e conversou com funcionários do hospital. Kalil prometeu ter uma postura mais agressiva para viabilizar recursos para a entidade, que publicou essa semana uma carta aberta para os dois candidatos com reivindicações para a viabilização do hospital, entre elas o repasse dentro do prazo previsto em lei dos recursos que o governo federal envia para a Santa Casa por meio da Prefeitura de Belo Horizonte e atualização dos valores do contrato firmado com o município.

De acordo com o candidato, o hospital, que é filantrópico e um dos maiores no atendimento de pacientes do SUS, é um problema não só da prefeitura. “A Santa Casa é uma marca que tem ser tratada de modo mais agressivo, com mais agressividade para buscar o dinheiro. Porque aqui há um trabalho impressionante, haja visto que dos oito mil leitos que existem em Belo Horizonte, mil estão aqui. Então isso aqui tem que ser tratado com muito carinho, sem demagogia para se trazer dinheiro (…) Temos que achar uma maneira, mas não e só repasse da prefeitura que vai resolver uma coisa tão bonita e grande”, defendeu.

Questionado sobre o principal problema da saúde na capital, o candidato disse que é o dinheiro que precisa ser bem aplicado. Ele também criticou a atual gestão por fazer PPP (parcerias público privadas) na área da saúde. Este ano a prefeitura anunciou sua segunda PPP para construir e administrar centros de saúde. “O problema é simples: é dinheiro. É aplicar bem o dinheiro, não desviar, não colocar a saúde na mão de PPP e aplicar bem”.

Segundo ele, BH tem uma das maiores taxas per capta de investimento em saúde, mas os recursos não são bem aplicados. “A Santa Casa é um complexo de saúde gigantesco que precisa de uma operação gigantesca de todos os setores, do governo estadual, do governo federal e da prefeitura e da própria instituição. É uma marca que tem que ser mais bem explorada”, defendeu Kalil.
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