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Malheiros e Lacerda criticam mudanças nas regras eleitorais

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postado em 03/10/2016 06:00 / atualizado em 03/10/2016 12:18

Mateus Parreiras

Gladyston Rodrigues/EM/D.A Press

O candidato do PSD, Délio Malheiros, votou de manhã acompanhado pela mulher e pelo prefeito Marcio Lacerda. Ele chegou às 9h30 ao Colégio Estadual Central, no Bairro Lourdes, onde criticou as mudanças no processo eleitoral. “Foi uma eleição diferente, muito curta e com legislação nova, mas apresentamos propostas, mostramos o que fizemos, fazemos e vamos fazer na prefeitura. Da nossa parte, foi uma eleição de alto nível. Foi uma campanha propositiva. Os candidatos começaram a digladiar e a entrar em discussões que não envolviam BH. Focamos na administração. Construímos uma escola a cada 20 dias na cidade”, diz Malheiros.

Malheiros aproveitou para agradecer pelo apoio de Lacerda: “Tenho certeza de que será a melhor administração dos últimos 30 anos por tudo o que tem sido feito na saúde, educação e mobilidade. O eleitor de BH tem elevada consciência política há 30 anos. Não vai se deixar levar por futebol ou religião. Vai pensar na cidade e na sua responsabilidade com a cidade”. Malheiros garantiu que a prefeitura está com as contas em dia, incluindo antecipação de metade do 13º salário de seus servidores.


O prefeito Marcio Lacerda, que acompanhou Délio Malheiros ao Colégio Estadual Central, onde também votou, fez questão de lamentar as novas regras que mudaram o encaminhamento do processo eleitoral em todo o Brasil a partir deste ano. “Foram blocos de 10 minutos com 11 candidatos em 35 dias. No corpo a corpo na cidade, percebemos muita gente que não tinha a menor noção de quem eram os candidatos. Muitos disseram que votariam em mim e não sou candidato. O eleitor não teve informação suficiente e, desse ponto de vista, a democracia saiu prejudicada”, analisa Lacerda.

Sobre a escolha de Malheiros para entrar na disputa, após a retirada da candidatura de Paulo Brant, o prefeito de BH afirmou: “A opção pelo Délio foi a correta, sim, pelo que ele representa na continuidade da nossa gestão, acompanhando de perto todos os projetos. Não pudemos manter o candidato que preferíamos inicialmente em função de problemas jurídicos que nem ele sabia”.

“Felizmente o Brasil está evoluindo e tenho absoluta certeza de que teremos condição de a economia melhorar no próximo ano. A política também vai evoluir na medida em que o eleitor não vai mais aceitar promessas mirabolantes, fantasias ou terrenos na Lua. O novo prefeito será muito mais cobrado do que todos os anteriores. E que ele respeite o que foi construído em termos de gestão, transparente e honesta, respeitando a população e os impostos pagos por ela”, observa.

PACHECO

O candidato Rodrigo Pacheco (PMDB) votou no Colégio São Tomás de Aquino, no São Bento, Centro-Sul, disse que imediatamente após o resultado das eleições as decisões sobre estratégias de segundo turno e possíveis apoios seriam tomadas. “Programamos fazer um diálogo com os demais candidatos. Sempre pautei o diálogo na política e que o diálogo prevaleça para o bem de Belo Horizonte, só com pessoas que queiram fazer o bem para a cidade, que tenham propostas executivas para BH. Essa é a nossa mensagem”.

Sobre o apoio, ele não chegou a ser específico sobre candidatos e partidos. “A questão de apoio a outros candidatos será decidida imediatamente. Vamos fazer um diálogo para as propostas que Belo Horizonte precisa para resolver seus problemas. Não vamos, obviamente, nos pautar por mentiras, nossa tônica sempre foi a da verdade e é o que eu quero que se estabeleça em Belo Horizonte. A verdade para aqueles que estão prontos e preparados para administrar a cidade”, disse.
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Andre
Andre - 03 de Outubro às 11:39
Todo politico quando perde, ainda mais de lavagem, reclama de alguma coisa na mudança da politica. Esse ai não se elege nem para sindico de prédio. Esse EX prefiro não fez nada além de piscar. Os vereadores também foram embora pelo ralo.... MUDA BH
 
Diego
Diego - 03 de Outubro às 09:59
A cidade está suja, o transporte coletivo conseguiu ser pior do que era, dinheiro da União foi devolvido na época pre copa por falta de projeto, cujas obras fazem muita falta, pessoas estão morrendo por causa de carrapato na cidade, a Lagoa continua um esgoto a céu aberto e a meta para a construção de escolas não foi cumprida. Perderam e que bom que isso aconteceu.
 
Helena
Helena - 03 de Outubro às 09:14
Senhor Délio. Cuidar da saúde, construir escola é obrigação. A gente paga impostos para isso. Quanto a mobilidade foi um fracasso. Bhtrans travando a cidade e a criação do Move, que só só trouxe transtornos para a população. Tomamos hoje, de dois a três coletivos. Isso é rapidez? Volta dos camelôs para as ruas. Onde andou fiscalização? Cidade suja e sem lei. Perderam não foi à toa.
 
Diogo
Diogo - 03 de Outubro às 08:54
Essa questão de apoio no segundo turno é a escória política que atenta contra o virtuoso conceito de democracia. O apoio de candidatos anteriormente concorrentes se limita a barganha de cargos nas autarquias municipais, uma espécie de balcão de negócios de empregos. Temos que defender mudanças nessas Instituições para valorizar os servidores concursados. Infelizmente somos reféns da despolitização e ignorância da sociedade, temos disponíveis um candidato lácteo que votou contra o pagamento do piso nacional aos professores e o outro que deve a prefeitura significativo valor de IPTU.