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Kalil vira alvo de mais um adversário; Malheiros critica oponente

Délio Malheiros também critica Kalil por afirmar que não vai prometer obras, mas fazer funcionar o que está pronto

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postado em 13/09/2016 06:00 / atualizado em 13/09/2016 08:36

Flávia Ayer

Marcos Vieira/EM/D.A Press
Depois de Rodrigo Pacheco (PMDB), agora foi a vez de o candidato à Prefeitura de Belo Horizonte Délio Malheiros (PSD) partir para o ataque contra o adversário Alexandre Kalil (PHS), que tem dito que não vai prometer fazer obras, mas colocar para funcionar o que já existe. O vice-prefeito fez um programa eleitoral para criticar o discurso de Kalil e ainda prometeu construir 22 Unidades Municipais de Educação Infantil (Umeis).

“O candidato Kalil tem falado que não vai construir nada e só vai fazer funcionar o que já existe. Nós temos 128 Umeis funcionando muito bem. Quer dizer então que não precisamos fazer mais nada? Claro que precisamos. Assumo com vocês o compromisso de ampliar para 150 o número de Umeis, porque toda criança merece ter vaga”, afirma Délio no vídeo, veiculado na campanha de TV e nas redes sociais do candidato.

Na semana passada, Pacheco também criticou, ainda que indiretamente, a postura de Kalil e disse que “candidatos não prometem porque não têm condição de fazer nada”. O peemedebista afirmou que esse tipo de candidato é uma “cilada”. A assessoria de imprensa de Kalil informou que ele preferiu não responder às críticas. Mas, ontem, durante visita ao Bairro Gameleira, na Região Oeste, ele afirmou a moradores que vai pressionar o governo federal para conseguir recursos do metrô.

“Nós não podemos falar em metrô porque isso não está na mão da prefeitura, nem do governo de Minas. O que nós não vamos fazer, é furar buraco, para mentir para esse povo, como foi feito há quatro anos. Nós temos que ir lá (no governo federal) e tentar buscar esse dinheiro, com todas as bancadas, todos os partidos e todos os senadores”, afirmou Kalil, em crítica às sondagens no solo feitas pelo prefeito Marcio Lacerda.

DEPUTADOS
A votação do processo de cassação do deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ), ex-presidente da Câmara, movimentou a agenda dos candidatos a prefeito de BH. Quatro candidatos que são deputados federais – Reginaldo Lopes (PT), Rodrigo Pacheco (PMDB), Marcelo Álvaro Antônio (PR) e Eros Biondini (Pros) – suspenderam os compromissos de campanha para participar da votação.

Com sua vice, a também deputada federal Jô Moraes (PCdoB), Reginaldo postou vídeo anunciando que os dois estavam prontos, em Brasília, para votar pela cassação de Cunha. Marcelo Álvaro também se posicionou pela cassação. Biondini e Pacheco, que é do mesmo partido de Cunha, não declararam o voto publicamente.

Em Belo Horizonte, o candidato do PSDB, João Leite, reuniu-se com empresários do Centro e do Barro Preto e prometeu aumentar o desenvolvimento econômico da região. “Vamos reorganizar a cidade e adotar políticas de atração de investimentos.” Ele também disse que vai reforçar a segurança da área.

O candidato Sargento Rodrigues (PDT) visitou, na manhã de ontem, a Inspetoria São João Bosco Salesianos. “Fui vigilante mirim por intermédio do Salesianos e sei o poder de mudança que o trabalho desenvolvido aqui tem na vida de um adolescente, por isso quero revolucionar as políticas sociais na periferia e criar oportunidades para que esses jovens tenham acesso à educação, emprego e renda”, afirmou Rodrigues.

A candidata Vanessa Portugal (PSTU) fez panfletagem na porta de fábricas no Barreiro. “Participamos de uma atividade na porta da Vallourec junto com trabalhadores de uma terceira da empresa que foram demitidos e não receberam acerto. Temos que exigir o fim das demissões, nenhum direito a menos e isenção das tarifas públicas para desempregados”, disse Vanessa.
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Full
Full - 13 de Setembro às 17:17
Só lembrando, a candidatura Kalil é patrocinada pelo covardão Marcelo Aro.
 
Decio
Decio - 13 de Setembro às 14:45
O Délio deveria era se conter na sua capacidade e ver o que os outros tem de bom. Atacar os outros sem louvar o que pode fazer, é seguir a política do pt, quando não consegue se promover ataca os outros. A nova política, pede que todos sejam éticos e fale sempre a verdade, sendo transparentes em tudo, dentro dos gabinetes, nas reniões e pricinpalmente em público. Sem ofensas e intolerâncias.
 
Augusto
Augusto - 13 de Setembro às 13:26
Rodrigo Pacheco não se manifestou sobre cunha e só se manifestou favorável ao impeachment da Dilma após já ter sido superado o número necessário ao impeachment mediante as manifestações publicas de deputados. Minas não aceita este tipo de gente.