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Candidato a prefeito de BH, Rodrigo Pacheco critica adversários

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postado em 09/09/2016 06:00 / atualizado em 09/09/2016 07:18

Alessandra Mello

Edésio Ferreira/EM/D.A Press

O candidato do PMDB à Prefeitura de Belo Horizonte, deputado federal Rodrigo Pacheco, partiu nessa quinta-feira 8) para cima dos adversários durante ato de apoio de dissidentes do PEN. Entre os que se aliaram ao peemedebista está o deputado estadual Fred Costa, presidente do PEN mineiro, partido que integra a coligação de Luis Tibé (PTdoB).

Sem citar nomes, Pacheco criticou os candidatos que prometem mais do que vão cumprir e também os que, segundo ele, não prometem, “porque não têm condição de fazer nada”, referência indireta ao candidato do PHS, Alexandre Kalil, que tem feito campanha nessa linha. Para ele, esse tipo de candidato é uma “cilada”.

“Há candidatos que não prometem nada e reafirmam que não vão prometer nada porque não vão fazer nada mesmo e porque não têm capacidade de fazer. Não têm proposta, não têm articulação política, não têm acesso à Presidência da República, não tem nada. Só bravata, só cativar as pessoas com discurso e frases de efeito”, afirma o peemedebista. Segundo ele, é preciso abrir o olho e mostrar que isso é “uma cilada”.

O candidato disse ainda que essa é uma crítica também a todos os políticos que têm negado a política de “maneira conveniente para seduzir os eleitores com mentira”. “Nós não podemos negar a política. Temos que negar a má política. A política feita na essência, na verdade, a política que transforma é o único mecanismo, a única maneira de mudar nossa cidade e nosso país”, disse o candidato citando novamente o candidato do PHS, que também tem feito campanha usando o mote “chega de política”.

Fred Costa disse que o apoio à candidatura de Pacheco é uma decisão pessoal sua e não do partido, que aprovou, em convenção, a aliança com Tibé. Segundo ele, antes de aderir à campanha de Pacheco, os dois discutiram o programa para que suas propostas fossem encampadas pelo candidato, entre elas a defesa da causa animal, o apoio aos idosos e a criação de uma Guarda Municipal comunitária. “Acho que o Pacheco é o único candidato que tem condição de resgatar a cidade e fazer um bom governo”, defendeu Costa. Procurado, Kalil não retornou o contato.

O candidato do PSDB, deputado João Leite, visitou o Bairro Guarani, na Região Norte, onde conversou com moradores e comerciantes. Eles cobraram mais remédios e melhoria no transporte público. O tucano visitou também o Abrigo São Paulo, que acolhe homens e mulheres em situação de rua, migrantes e famílias vindas de área de risco. Acompanhado do prefeito Marcio Lacerda, Délio Malheiros (PSD) visitou o Bairro Luxemburgo, na Região Centro-Sul. Ao conversar com eleitores, destacou a importância de discutir projetos com os cidadãos. “Somente com diálogo vamos exercer uma gestão igualitária.” Eros Biondini (PROS) se reuniu com a diretoria da Santa Casa e prometeu buscar recursos para o hospital.

Comentários Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação
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Voltaire
Voltaire - 09 de Setembro às 13:36
A coisa toda é simples de entender: tem candidato que presta? Não! Se tiver, cadê? Qualquer candidato por aí vale 1 voto que seja? Não! Todos fazem promessas e não cumprem? Sim, sem exceção. Se Belo Horizonte tiver um prefeito, coisa que não teve nos últimos tempos, já está de bom tamanho.
 
Helder
Helder - 09 de Setembro às 11:36
Um candidato que nos anos que presidiu o Atlético MG conseguiu levar o clube possuir a maior divida entre os clubes brasileiros em todas as series. A dívida com bancos tem aumentado gradativamente. No primeiro ano da análise, o valor estava na casa dos R$ 132 milhões. Em 2011, as pendências aumentaram para R$ 151 milhões e chegaram a R$ 168 milhões no ano seguinte. Entre 2014 e 2015 a dívida subiu R$ 11 milhões. Além dos R$ 189 milhões a bancos, o Atlético deve R$ 83 milhões em dívidas operacionais e mais R$ 258 milhões em impostos, segundo o Itaú BBA. O valor total (R$ 530 milhões).
 
SAMUEL
SAMUEL - 09 de Setembro às 14:34
Sem contar que o clube não viu um centavo do dinheiro da venda do Bernard. Foi todo confiscado pela Receita. Aliás, o único time brasileiro que teve dinheiro de venda de atletas confiscado pela Receita foi o Atlético de Kalil.
 
PonchoSampedro
PonchoSampedro - 09 de Setembro às 10:51
FORA KALIL!
 
Carlos
Carlos - 09 de Setembro às 10:16
Quando eu vejo que ainda existem pessoas que votam em vagabundos da laia de um Kalil, eu entendo porque estamos vivendo um momento político como este. A culpa não é dos políticos, é dos imbecis que os elegem.
 
rodrigo
rodrigo - 09 de Setembro às 09:28
Se você acha que o Brasil esta seguro! Se você acha que a segurança esta TOP! Se você acha que o KALLIL vai governar pelo Atlético Mineiro! Se você pensa assim, então vote João Leite! Esse sim defende bandidos com carinho e amor! Esse é PSDB, e tem boas historias por Minas! Somos extremamente felizes com eles! (rsss)
 
rodrigo
rodrigo - 09 de Setembro às 09:26
Avise a essa cara que ele é deputado federal, que ele nunca somou em nada, que ele é PMDB que governa por legenda e que estamos todos cansados de políticos! Explica pra ele que de lero lero estamos cheios! KALLIL PREFEITO, pode até não dar certo, mas é a única saída a se tentar um acerto! De políticos iguais a esses de hoje já deu!
 
Thiago
Thiago - 09 de Setembro às 08:44
Essa disputa eleitoral está morna, sem ataques como nas eleições anteriores que vimos diversos direitos de respostas. Sem dúvida, o efeito da ira do povo contra a política interfere nessas decisões. Nesse triunfo, votemos no Kalil, pois está sendo honesto em fazer nada.
 
Full
Full - 09 de Setembro às 08:37
Falou que tem trairagem no meio, podem saber que vcs vão encontrar alguém do PMDB. E esse pilantra do Rodrigo Pacheco não foge a regra.