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Cantora mineira é mesária na eleição brasileira na Nova Zelândia

Natural de Belo Horizonte, Alda Rezende foi presidente de uma das duas seções eleitorais no país onde Aécio liderou, seguido em ordem por Marina e Dilma

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postado em 05/10/2014 19:41 / atualizado em 05/10/2014 23:20

Marcello Oliveira /Portal Vrum

Alda Rezende/Divulgação
As votações ainda nem tinham começado neste domingo no Brasil quando elas foram encerradas na Nova Zelândia, o primeiro país a iniciar o processo eleitoral para presidente no primeiro turno.

Dos 900 eleitores brasileiros aptos a votar no país da Oceania, apenas 75 compareceram. Segundo o embaixador do Brasil na Nova Zelândia, Eduardo Gradilone, o que pode ter impedido um maior comparecimento às urnas é a distância, já que foram disponibilizadas apenas duas urnas na Embaixada do Brasil na capital neozelandesa, Wellington, deixando Auckland, a maior cidade do país e que concentra o maior número de brasileiros, de fora do processo eleitoral. “Já estamos estudando ampliar o número de seções eleitorais aqui na Nova Zelândia com apoio do Corpo Consular em Auckland para as próximas eleições do Brasil”, disse o embaixador por telefone. As duas urnas eletrônicas foram enviadas na semana passada por meio de mala diplomática.

Os 75 residentes brasileiros na Nova Zelândia que votaram, compareceram à Embaixada ao longo do dia e as duas sessões contaram com três mesários brasileiros cada. Uma delas é a cantora mineira Alda Rezende, que mora na Nova Zelândia há 10 anos e trabalha com música brasileira e a mescla com a maori em conjuntos musicais. Ela foi convidada pela Embaixada para assumir a mesa. “Foi bem curioso ser mesária nessas eleições pois a comunidade brasileira aqui (em Wellington) é bem pequena e todos se conhecem e como todos os mesários são amigos, foi pura diversão”, comenta.

Na Nova Zelândia, o candidato Aécio Neves (PSDB) liderou a votação com 37 votos, seguido por Marina Silva (PSB), com 17 votos e Dilma (PT), com 13. Eduardo Jorge (PV) e Luciana Genro (PSOL) ganharam dois votos cada um. O candidato tucano também foi o preferido em outros países como Japão, França, Suíça, Irlanda e Austrália. A candidata à reeleição liderou apenas na Argentina, segundo o divulgado até o fechamento da reportagem. Cerca de 350 mil brasileiros que vivem em 89 países estão aptos a votar nesta eleição. 

Ramil Villanueva/Embaixada Brasileira em Wellington/Divulgação

 

 

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