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PF prende 11 pessoas por crime eleitoral em MS

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postado em 05/10/2014 18:49 / atualizado em 05/10/2014 19:22

Agência Estado

Desde o começo do domingo (5), a Polícia Federal prendeu 11 pessoas por crimes eleitorais em Mato Grosso do Sul. Uma delas foi a candidata a deputada federal pelo PSC, Lucimar Rosa, que foi ouvida e liberada em seguida. Dados do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) indicam outras 43 ocorrências na capital, Campo Grande e no interior do Estado.

Todos os presos estão sendo ouvidos e liberados, logo depois de assinarem um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO). A maior parte das prisões aconteceu por boca de urna, transporte e propaganda irregular, corrupção eleitoral, além de suposta compra de votos.

O dia de votação terminou às 17 horas (18 horas de Brasília) em Mato Grosso do Sul. A previsão do TRE/MS é de que a totalização dos votos seja feita até as 21 horas deste domingo (5).

Urnas

Várias irregularidades foram detectadas em urnas eletrônicas em Campo Grande. Eleitores denunciaram falhas e até o diretório do Partido dos Trabalhadores em MS pediu à Justiça Eleitoral que investigasse um problema em três urnas. Por três vezes, pessoas que escolheram para o senado o candidato Ricardo Ayache, do PT, obtiveram informações confusas na tela, inclusive com sobreposição de fotos de candidatos ao Senado.

Uma eleitora postou em uma rede social que houve erro no momento em que votava para presidente. "Na hora que digitei para presidente, apareceu um emaranhado de letras e em seguida confirmou sem que eu teclasse a confirmação".

Em outro caso, a urna travou logo após um idoso votar em seu candidato para deputado federal. Ele não conseguiu votar para os demais cargos porque o tempo de solução do problema ultrapassou o tempo permitido para voto, que é de 20 minutos. Não há dados sobre quantas urnas foram substituídas, mas houve pelo menos 12 denúncias de falha no equipamento.
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