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Estado de Minas

Ministro exonera assessores suspeitos de fraudes

Os dois assessores do Ministério do Trabalho são acusados peka Polícia Federal de participar de quadrilha que fraudava licitações em prefeituras


postado em 10/09/2013 09:01 / atualizado em 10/09/2013 09:12

Brasília,- O ministro  do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, exonerou Anderson Brito Pereira do cargo de assessor e Geraldo Riesenbeck do cargo de coordenador-geral de Contratos e Convênios da Secretaria de Políticas Públicas de Emprego. Os dois servidores tiveram os nomes envolvidos na Operação Esopo, deflagrada ontem pela Polícia Federal (PF), Receita Federal, Ministério Público Federal e Controladoria Geral da União para apurar indícios de prática de diversos crimes, incluindo fraude à licitação, corrupção, sonegação fiscal e lavagem de dinheiro. As exonerações foram publicadas no Diário Oficial da União desta terça-feira, 1.

O secretário-executivo do Ministério do Trabalho, Paulo Roberto dos Santos Pinto, também foi ouvido ontem pela Polícia Federal para prestar depoimento sobre irregularidades em convênios da Pasta com uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) de Minas Gerais. Mas, por enquanto, continua no cargo.

Em nota divulgada nessa segunda-feira, o ministério do Trabalho informou que solicitou informações à Polícia Federal sobre as investigações relativas à operação, para instrução da apuração disciplinar no âmbito da Pasta. Segundo o ministério, os funcionários envolvidos seriam exonerados dos cargos comissionados e será determinada a abertura de Processos Administrativos Disciplinares para apurar os fatos. Quanto ao secretário-executivo, o ministério confirmou apenas que ele prestou depoimento e retornou às suas atividades de trabalho.


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