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Nevoeiro impede operações no Santos Dumont e passageiros enfrentam transtornos

O aeroporto ficou fechado para pousos e decolagens por mais de 9 horas

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postado em 28/05/2017 18:47 / atualizado em 28/05/2017 20:10

Agência Estado


O domingo foi tumultuado no aeroporto Santos Dumont , no Rio de Janeiro, por conta de um forte nevoeiro. Sem conseguir embarcar por causa do tempo ruim, centenas de passageiros enfrentaram transtornos com cancelamentos de voos. O terminal fechou por volta das 10h28 e só reabriu depois das 20 horas. Segundo a Infraero, entre meia noite e 16h, dos 53 voos programados, 19 foram cancelados, dois saíram com atraso e 31, no horário. Vários voos para Belo Horizonte também foram cancelados. O nevoeiro é causado por um fenômeno climático conhecido como inversão térmica, comum no outono.

Como não havia previsão da retomada das operações, os permanecem durante todo o dia no saguão para remarcar suas passagens para esta segfunda-feira e, quando havia disponibilidade, para este domingo ainda no Aeroporto Internacional Tom Jobim, o Galeão, na Ilha do Governador, na Zona Norte do Rio.

As companhias se comprometem a reembolsar hotel e refeições para os passageiros que não residem no Rio de Janeiro e que remarcarem seus voos para amanhã. Para isso, eles enfrentaram "filas quilométricas" no saguão do aeroporto. A empresa aérea Gol ofereceu um telefone de atendimento. Os clientes reclamam, no entanto, que as linhas telefônicas estão congestionadas e que, por isso, preferem enfrentar fila.

A dona de casa Euzenira Silva, de 52 anos, conta que chegou a despachar a bagagem no Santos Dumont e que, depois de cancelado o voo que pegaria para Brasília às 15h, teve a passagem remarcada para as 20h no Galeão. Está com dificuldade, porém, de transferir as malas a tempo de embarcar. Acompanhada da mãe e da sogra, ela lamenta o transtorno e cansaço causados às pessoas idosas.

Já a empresária Cristiana Furlan, de 44 anos, comemorava no saguão do Santos Dumont por ter conseguido remarcar o retorno a São Paulo, onde mora e trabalha, para as 10h40 de amanhã, no Galeão. "Tive que remarcar os compromissos. Fazer o quê?", disse a engenheira.
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