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Concurso Expedição Cultural Estado de Minas incentiva grupos de teatro e dança do país

O público pode votar em 24 companhias e concorrer a uma viagem

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postado em 29/05/2016 06:00 / atualizado em 29/07/2016 14:09

Estado de Minas

Jose Luiz Pederneiras/Divulgacao

Vá ao teatro. E à dança, como também à performance. Como você descreveria a mais interessante experiência cênica que já teve? E mais: como chamaria seus amigos para curtir uma dessas atrações? Está no ar a quinta edição do concurso Expedição Cultural Estado de Minas, realizado pela Fundação Assis Chateaubriand com o patrocínio da Petrobras. A intenção do projeto é incentivar as diferentes manifestações cênicas do Brasil. Como nas edições anteriores, o concurso, que será promovido até novembro, traz diferentes fases.

Na inicial, já disponível para acesso no www.expedicaocultural.com.br, 24 companhias de dança e teatro do país, selecionadas por profissionais dos Diários Associados e da Petrobras, estão em destaque no site. De acordo com a empresa patrocinadora, “nessa relação há desde projetos já parceiros da Petrobras há muito tempo, como o Grupo Corpo (patrocinadora desde 2000), até parcerias mais recentes, de projetos contemplados pela seleção pública estadual Petrobras Cultural Minas Gerais, como o Grupo Impacto e a Cia. Quik de Dança.”

Desta seleção (veja abaixo) o público deve eleger 10 deles (a votação vai até 21 de julho). Os vencedores vão ter seu dia a dia de ensaios e apresentações documentados pelos jornalistas dos Diários Associados. Cada um dos 10 vai ganhar um perfil em uma edição da revista Expedição Cultural, que será lançada no fim deste ano.

Participação popular

Mas a participação do público vai além. Os internautas devem enviar, até 11 de setembro, uma frase ou um texto de estímulo às artes cênicas (uma pessoa pode enviar quantas frases quiser). Uma comissão julgadora elegerá as melhores frases que irão para votação popular no site – esta última etapa vai ocorrer entre 18 de setembro e 16 de outubro.

O vencedor vai receber uma viagem com acompanhante para o Rio de Janeiro ou São Paulo (a escolha é do ganhador) com todas as despesas pagas, incluindo passagem, hospedagem, refeição, city tour, convite para um espetáculo de teatro ou dança e visita a museus e centros históricos.

 

Estrelas dos palcos

Grupos que participam da edição 2016

 

» Armazém Companhia de Teatro (Rio de Janeiro)
Criado em 1987 em Londrina, Paraná, radicou-se no Rio uma década mais tarde. Sempre baseando seus espetáculos em pesquisas temáticas, a companhia trabalha pensando na arte do ator.

» Caixa do Elefante (Porto Alegre)
Fundada em 1991 na capital gaúcha, a companhia tem espetáculos voltados tanto para as crianças quanto para os adultos. Desde 2006 atua ainda como associação cultural.

» Cia Brasileira de Teatro (Curitiba)
Criada no final da década de 1990, a companhia baseia seu trabalho na pesquisa da linguagem cênica em seus aspectos pós-dramáticos.

» Cia Corpos Nômades (São Paulo)
A partir da Companhia de João Andreazzi, fundada nos anos 1990, o bailarino, diretor e coreógrafo criou, em 2000, a Corpos Nômadas, que atua na formação, criação e difusão das artes cênicas contemporâneas.

» Cia de Dança Deborah Colker (Rio de Janeiro)
Uma das companhias de dança brasileiras mais conhecidas dentro e fora do país, já tem 32 anos de atuação. Entre as características da companhia é notável a integração entre diversas técnicas corporais contemporâneas, as quais trazem vitalidade, força, destreza e vigor à dança.

» Cia do Latão (São Paulo)
Fundada em meados dos anos 1990, o grupo trabalha em espetáculos que busquem uma reflexão crítica sobre a sociedade atual.

» Cia Nu Escuro (Goiânia)
Criada em 1996, a companhia busca estabelecer uma comunicação entre a cultura popular e o teatro contemporâneo.

» Cia Vértice (Rio de Janeiro)
Fundada em 2000, a companhia foi criada para aprofundar a pesquisa de linguagem de um teatro que se articule com os procedimentos da contemporaneidade.

» Focus Cia de Dança (Rio de Janeiro)
Criada em 2000 como um coletivo, o grupo, fundado pelo coreógrafo Alex Neoral, nasceu por causa da necessidade de jovens bailarinos estarem em cena.

» Grupo Ângelo Madureira e Ana Catarina Vieira (São Paulo)
Juntos desde o ano 2000, os dois coreógrafos desenvolvem pesquisa em dança baseada no diálogo entre suas diferentes formações artísticas: Ana Catarina Vieira vem da metodologia russa Vaganova, e Ângelo Madureira, do Balé Popular do Recife.

» Grupo Corpo (BH)
Mais importante companhia de dança do Brasil, está em seu 41º ano de atuação. Com dezenas de espetáculos montagens, é reconhecido coo dono de uma gestação de caligrafia e um vocabulário coreográfico únicos.

» Grupo de Teatro Alfenim (Paraíba)
Coletivo teatral surgido em 2007 com o objetivo de criar uma obra autoral com base em assuntos brasileiros.

» Grupo Galpão (BH)
Uma das companhias mais importantes do cenário teatral brasileiro, cuja origem está ligada à tradição do teatro popular e de rua. Criado em 1982, o grupo desenvolve um teatro que alia rigor, pesquisa, busca de linguagem, com montagem de peças que possuem grande poder de comunicação com o público.

» Grupo Impacto de Dança (Viçosa-MG)
A partir do hip-hop e da dança de rua o grupo nasceu em 1994. Seus quatro bailarinos fundadores firmaram parceria com projetos sociais, quando intensificaram sua pesquisa no meio.

» Luna Lunera (BH)
Nascida em 2001 a partir do encontro de estudantes de teatro do Centro de Formação Artística do Palácio das Artes (Cefar), vem pautando sua trajetória pela interlocução com grupos locais, nacionais e internacionais.

» Nós do Morro (Rio de Janeiro)
Associação cultural fundada em 1986 com o objetivo de proporcionar o acesso à arte e à cultura para crianças, jovens e adultos do Morro do Vidigal. O projeto oferece atividades e cursos nas áreas de teatro (atores e técnicos) e cinema (roteiristas, diretores e técnicos).

» Os Dezequilibrados (Rio de Janeiro)
Fundada em 1996, a companhia busca, com uma linguagem cênica contemporânea e arrojada, potencializar a comunicação entre o espetáculo e o público.

» Pigmalião Escultura Que Mexe (BH)
Coletivo de artistas criado em 2007 que encontrou no teatro de bonecos o veículo ideal para desenvolver trabalhos no limite entre as artes cênicas e as artes plásticas.

» Primeiro Ato (BH)
Criado em 1988, o Primeiro Ato nasceu por iniciativa da coreógrafa Suely Machado, que teve a ideia de criar uma companhia que refletisse a individualidade de cada componente, em vez de impor um estilo homogêneo.

» Quasar (Goiânia)
Criada em 1988, tornou-se referência no país graças à incessante pesquisa que resultou numa linguagem própria. Sua estética contemporânea arrojada a levou a atuar em todo o Brasil bem como em outros 25 países.

» Quik Cia de Dança (BH)
Fundada em 2000 pelos bailarinos Rodrigo Quik e Letícia Carneiro que tinham o desejo, após 12 anos no Grupo Corpo, de desenvolver um trabalho como dançarinos criadores.

» Teatro da Vertigem (São Paulo)
Fundada em 1991, é hoje uma das mais aclamadas companhias teatrais brasileiras. Consolidou-se como uma companhia inovadora em termos de linguagem e, sobretudo, pelas locações de exibição de seus espetáculos. Sua temática fundamental encontra-se no embate do homem moderno e do homem religioso.

» Teatro Oficina (São Paulo)
Histórico e polêmico grupo teatral, nasceu em 1958, pelas mãos dos então estudantes Amir Haddad, José Celso Martinez Correa (ainda hoje à frente do Oficina) e Carlos Queiroz Telles. O grupo tem uma trajetória que ultrapassa os limites estéticos, passando por várias formas de interpretação, gestão e arquitetura.

» Trupe de Truões (Uberlândia-MG)
Nasceu em 2002, da união do diretor Paulo Merisio com um grupo de alunos do curso de Artes Cênicas da Universidade Federal de Uberlândia.

 

 

 

 

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