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18% das faculdades têm nota insuficiente em avaliação do MEC

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postado em 19/12/2014 10:07

Agência Estado

São Paulo, 19 - De 2.020 instituições de ensino superior brasileiras avaliadas pelo Ministério da Educação, 354 receberam nota insatisfatória no ano passado. O grupo representa 18% das universidades examinadas. Os conceitos baixos podem resultar em punições, como a suspensão da participação em programas de bolsas e financiamento estudantil do governo federal e até o fechamento da instituição.

Essas universidades, faculdades e centros universitários ficaram com Índice Geral de Cursos (IGC) entre 1 e 2 - em uma escala que vai até 5. A grande maioria das instituições de ensino (61%) ficou com nota 3, considerado satisfatório. Apenas 25 (1%) tiveram nota 5, a máxima, e 17% receberam nota 4.

Os resultados do IGC e do Conceito Preliminar de Curso (CPC) de 2013 foram publicados nesta quinta-feira, 18, no Diário Oficial da União. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), órgão do MEC responsável pelo processo, deve apresentar nesta sexta, 19, informações sobre as medidas futuras e não quis se posicionar sobre os dados. As punições dependem da reincidência de resultados.

O IGC é calculado pela média de desempenho dos cursos de graduação nos últimos três anos - calculado com base no CPC - em combinação com os resultados da avaliação da pós-graduação. Já o CPC é o resultado de cada curso, calculado com a nota do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), além de avaliações de corpo docente, infraestrutura e recursos didáticos.

A cada ano, o MEC avalia um conjunto de cursos, analisando as mesmas graduações a cada três anos. Em 2010, o porcentual de instituições com notas 1 e 2 foi maior: 31% das 2.176 instituições avaliadas. Entre as instituições com IGC inadequado, a maioria é privada.

Um das mais conhecidas em São Paulo, a Fundação Armando Álvares Penteado (Faap), teve dois cursos com nota 2 (Engenharia e Computação). A instituição não comentou. Há ainda quatro universidades, sendo uma pública: a Federal do Oeste do Pará (Ufopa). A instituição não respondeu. As informações são do jornal

O Estado de S. Paulo.
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