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Alckmin evita dar novo prazo para entrega de monotrilho

Primeira promessa do governo era de entregar o ramal no ano passado. Secretário estadual também já alterou data por falta de uma homologação internacional

Agência Estado

Publicação: 25/08/2014 16:19 Atualização: 25/08/2014 18:08

Adiada diversas vezes, a data da inauguração do primeiro trecho do monotrilho da Linha 15-Prata do Metrô de São Paulo segue indefinida. Questionado na manhã desta segunda-feira, 25, sobre quando o percurso será finalmente aberto ao público, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) não respondeu. "Eu vou checar e passo para você direitinho", disse o tucano ao ser questionado pelo jornal O Estado de S. Paulo. O dado, contudo, não foi informado após o término do evento, uma coletiva de imprensa no centro de informações da Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp).

A última promessa de seu governo era a de que o ramal abriria no sábado passado, o que não se concretizou.

A primeira promessa de Alckmin era entregar o monotrilho no ano passado. No fim de 2013, o próprio governador começou a divulgar que a obra estaria pronta no início deste ano. O prazo depois foi alterado para março, maio, junho e julho.

Na semana passada, o secretário estadual dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, havia cogitado abrir a Linha 15-Prata no sábado, 23. Mas na sexta-feira, 22, ele mesmo alterou a data, alegando que ainda faltava o recebimento de uma homologação internacional para o funcionamento dos trens do monotrilho.

Esse documento certifica a quantidade de horas de testes da composição exigidas antes do início de sua operação. Ainda segundo Fernandes, faltavam alguns ajustes a serem feitos no sistema.

Quando as Estações Vila Prudente e Oratório do monotrilho passarem a funcionar, estará inaugurada a sexta linha metroviária da capital paulista. O ramal ficará integralmente na zona leste da cidade. Quando a Linha 15 estiver pronta, terá 26,6 km e 18 estações, ligando a Vila Prudente à Cidade Tiradentes, ambas na zona leste. Ela custará R$ 6,4 bilhões. As obras na região começaram em 2010.

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