CFM não se manifesta sobre prisão de Abdelmassih

Conselho argumentou que cassou o registro profissional do médico em 2011

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postado em 19/08/2014 20:31 / atualizado em 19/08/2014 20:55

Agência Estado

O Conselho Federal de Medicina (CFM) não quis se manifestar nesta terça-feira, 19, sobre a prisão do ex-médico Roger Abdelmassih. Por meio da assessoria de imprensa, o colegiado argumentou que o profissional teve seu registro de médico cassado e, por isso, não se trata de problema da categoria, mas um caso de polícia.

O cancelamento do registro de médico ocorreu em 2011, 21 meses depois do início das investigações. A primeira medida tomada pela categoria contra o então colega ocorreu em 2009 e foi determinada pelo Conselho Regional de Medicina de São Paulo com base em provas de abuso sexual praticado contra pacientes.

Na época, o colegiado estadual determinou a suspensão, cautelar, do registro de Abdelmassih.

A medida teve duração de seis meses. Terminado o prazo, foi renovada por igual período.

Pouco antes de vencer a segunda suspensão temporária, o Cremesp julgou o cancelamento definitivo do registro profissional do médico. Somente nove meses depois, no entanto, é que o Conselho Federal de Medicina homologou a decisão do Cremesp e proibiu definitivamente o profissional de exercer a medicina.
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