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Sem quórum, Câmara não vota feriado em São Paulo

Agência Estado

Publicação: 18/06/2014 17:19 Atualização: 18/06/2014 20:17

A Câmara dos Vereadores de São Paulo rejeitou na tarde desta quarta-feira, 18, o pedido feito pelo prefeito da cidade, Fernando Haddad (PT), para que fosse decretado feriado na próxima segunda-feira, 23, quando ocorrerá o jogo da seleção brasileira contra Camarões, em Brasília, o jogo da Holanda e Chile, no Itaquerão, e a volta do feriado de Corpus Christi. A rejeição se deu dentro de um placar de 28 votos contra e 27 a favor.

Na manhã desta quarta, o prefeito pediu que a Câmara reconsiderasse o projeto de lei que dava ao Executivo autonomia para decretar feriados na capital paulista em dias de jogos. Haddad, que convocou uma coletiva para as 14h30 de hoje, se mostrou preocupado com o caos que poderá ocorrer no trânsito na cidade na segunda-feira diante da combinação desses três eventos.

O vereador Marco Aurélio Cunha (PSD) argumentou que o trânsito na cidade de São Paulo acontece todos os dias nos horários de pico. "Eu mesmo gasto uma hora e meia quando vou ao Morumbi, disse o vereador, acrescentando não fazer sentido o governo dizer que o grande legado da Copa será a melhora da economia e o prefeito pedir para fechar tudo aquilo que vende. "Tiveram mais de 20 meses para pensar nisso, porque só agora querem decretar feriado?", questionou.

Já o vereador Laércio Benko (PHS) entende que os vereadores que não votaram nesse projeto não têm a menor noção do cataclismo que se tornará a cidade de São Paulo na próxima segunda-feira. O projeto original visa a comemoração da Revolução dos Cravos e contém a decretação de feriado em dias de jogos da Copa. Agora, segundo Benko, só na próxima terça-feira, quando haverá sessão na Câmara, é que se poderá tentar corrigir o que ele chama de erro cometido hoje. "Eu mesmo vou me pronunciar aqui no plenário, com base no transtorno em que a cidade se tornou na segunda-feira, para tentar convencer os vereadores a decretar feriado nos próximos jogos do Brasil. Cunha ironizou, dizendo que só falta daqui para frente decretar "feriado na véspera de feriados para que a população possa viajar sem trânsito".

A Câmara dos Vereadores de São Paulo não votou o projeto encaminhado pelo prefeito da cidade, Fernando Haddad (PT), para que fosse decretado feriado na próxima segunda-feira, 23, quando haverá o jogo da seleção brasileira contra Camarões, em Brasília; o jogo da Holanda e Chile, no Itaquerão; e a volta do feriado de Corpus Christi. Isso ocorreu por falta de quórum, uma vez que seria necessária a presença de pelos menos 28 vereadores no plenário, mas apenas 27 parlamentares se apresentaram para a votação.

Na manhã desta quarta-feira, 18, o prefeito pediu que a Câmara reconsiderasse o projeto de lei que dava ao Executivo autonomia para decretar feriados na capital paulista em dias de jogos. Haddad, que convocou uma coletiva para as 14h30 de hoje, se mostrou preocupado com o caos que poderá ocorrer no trânsito na cidade na segunda-feira diante da combinação dos três eventos.

O vereador Marco Aurélio Cunha (PSD) argumentou que o trânsito na cidade de São Paulo ocorre todos os dias nos horários de pico. "Eu mesmo gasto uma hora e meia quando vou ao Morumbi", disse, acrescentando não fazer sentido o governo dizer que o grande legado da Copa será a melhora da economia e o prefeito pedir para fechar tudo aquilo que vende. "Tiveram mais de 20 meses para pensar nisso, porque só agora querem decretar feriado?", questionou.

Já o vereador Laércio Benko (PHS) entende que os seus colegas que não votaram nesse projeto não têm a menor noção do cataclismo que se tornará a cidade de São Paulo na próxima segunda-feira. O projeto original visa a comemoração da Revolução dos Cravos e contém a decretação de feriado em dias de jogos da Copa. Agora, segundo Benko, só na próxima terça-feira, 24, quando haverá sessão na Câmara, é que se poderá tentar corrigir o que ele chama de "erro". "Eu mesmo vou me pronunciar aqui no plenário, com base no transtorno em que a cidade se tornou na segunda-feira, para tentar convencer os vereadores a decretar feriado nos próximos jogos do Brasil", explicou.

Cunha ironizou, dizendo que só falta daqui para frente decretar feriado na véspera de feriados "para que a população possa viajar sem trânsito".

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