Greve e protestos marcam início da Copa do Mundo no Brasil

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postado em 12/06/2014 08:23

Flávia Maia /Correio Braziliense

Na estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo, categorias de trabalhadores prometem paralisação e protestos em cidades-sede como São Paulo, Rio de Janeiro e Natal.

Em assembleia na noite de ontem, os metroviários de São Paulo decidiram não paralisar os trens, mas, às 10h, a categoria deve se reunir na sede do sindicato em Tatuapé, zona leste paulista, para manifestar a insatisfação com as 42 demissões de metroviários, feita pelo governo Geraldo Alckmin (PSDB-SP) e com os gastos da Copa do Mundo. A sede do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Metroviários de São Paulo fica à 11 km do estádio Itaquerão, onde ocorrerá a abertura da Copa do Mundo no Brasil.

No Rio de Janeiro, os aeroviários ligados ao Sindicato Municipal dos Aeroviários do Rio de Janeiro (Simarj) fazem uma paralisação desde às 0h desta quinta-feira e prometem 24h de suspensão das atividades aeroportos cariocas, como o Santos Dumont e Galeão. O Sindicato Nacional das Empresas Aéreas informou que se a paralisação continuar, há um plano de contigência das empresas, que poderão utilizar outros aeroportos e remanejar funcionários de outras praças para o Rio de Janeiro.

Na cidade de Natal, no Rio Grande do Norte, motoristas e cobradores de ônibus também começaram às 0h uma paralisação. Apenas 30% da frota está circulando. A principal reivindicação é aumento de 16% nos salários.
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