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Metroviários de São Paulo decidem suspender greve Movimento terá nova assembleia no dia 12 de junho, data da abertura da Copa do Mundo

Agência Estado

Publicação: 09/06/2014 21:37 Atualização: 10/06/2014 00:07

Os metroviários decidiram suspender em assembleia na noite desta segunda-feira a greve iniciada na quinta-feira. Bastante divididos, os funcionários decidiram voltar a trabalhar amanhã, mas têm nova assembleia marcada para o dia 11 e paralisação agendada para o dia 12, data da abertura da Copa do Mundo em São Paulo. Hoje, 42 funcionários foram demitidos e os metroviários pediam a readmissão destes trabalhadores como condição para voltarem a trabalhar.

O secretário estadual dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, afirmou hoje que não houve acordo com os metroviários e que o governo não readmitirá os 42 funcionários demitidos pela manhã. Os 13 funcionários detidos nesta segunda, após confrontos, também poderão ser demitidos.

O presidente do Sindicato dos Metroviários, Altino Prazeres Júnior, disse mais cedo que a categoria voltaria a trabalhar se o governo readmitisse os demitidos. "Todas as centrais sindicais do País estão solidárias com a luta. A intenção do governo é intimidar demitindo só 42 trabalhadores, e não todos os funcionários que não foram trabalhar de manhã e de tarde. Se Alckmin seguisse sua lógica deveria demitir toda a categoria", disse após a reunião de conciliação.

Na noite desta segunda, 50, das 65 estações do Metrô, estavam funcionando. A Linha 2 - Verde passou a operar normalmente, enquanto a Linha 1 - Azul opera do Jabaquara a Luz e a Linha 3 - Vermelha, da Penha a Marechal Deodoro. As linhas 4 e 5 não sofreram alterações com a greve.
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Esta matéria tem: (2) comentários

Autor: Joao El Corab
Jose , vc deve ser patrao ou profissional liberal. Se o patrao negocia e paga salário justo, não tem greve.E as artimanhas sao sempre as mesmas, TRT com rabo preso,demissoes de quem tem estabilidade(cipista ,sindicalista...)quebra o movimento e readmite os caras. | Denuncie |

Autor: José Geraldo Vecchia
O governo paulista tem que ter pulso e não voltar atrás nas demissões. Greves oportunistas e sabotagens têm que ser punidas de forma exemplar. Democracia é uma arma perigosa na mão de quem não sabe usá-la. | Denuncie |

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