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Metroviários de SP pedem cancelamento de demissões para negociar fim de greve Sindicalistas negociam os ajustes para o fim das paralisações, que se continuarem podem gerar multas de R$500 mil por dia

Estado de Minas

Publicação: 09/06/2014 15:05 Atualização: 09/06/2014 15:13

O presidente da Federação Nacional dos Metroviários, Paulo Pasin, sinalizou que a manutenção ou não da greve dos metroviários de São Paulo pode ser influenciada pela revogação das demissões anunciadas pelo governo do estado na manhã desta segunda-feira. "Evidentemente a nossa pauta de reivindicação é muito importante. Mas hoje, o sentimento da categoria é a reintegração imediata desses funcionários do metrô que o governo anunciou que estaria demitindo", afirmou.

A categoria tem uma assembleia marcada para as 15h para definir se continua ou não a greve. O encontro ocorrerá na sede da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE/SP), na região central da capital paulista. Estarão presentes representantes da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e da União Geral dos Trabalhadores (UGT). Nova assembleia deverá ocorrer após o resultado dessa negociação. "Vamos aguardar o que vem da negociação, que pode inclusive mudar o quadro do que está acontecendo", declarou Pasin.

O sindicalista ainda não tem dados de quantos foram demitidos ou quem são. "Nós pedimos uma lista (dos demitidos), se é que tem. Até agora estamos nos baseando no número falado à imprensa", disse Pasin. "Eles foram demitidos de maneira abusiva, ilegal, no nosso exercício de direito de greve. A penalidade da greve por abusividade é a multa, mas em hipótese alguma a demissão por qualquer forma", argumentou.

Questionado se deixaria os 12% de aumento reivindicados, Pasin recuou. "Ninguém vai ficar para trás. Nós vamos continuar as lutas, nossas reivindicações, ao longo do tempo. Mas a reintegração é chave". O Metrô anunciou nesta manhã que demitiu 61 metroviários que mantiveram a greve pelo quinto dia consecutivo.

Por volta das 13h30, 42 estações de um total de 65 estavam abertas. Operam a linha 1-Azul, entre Saúde e Luz, 2-Verde, entre Ana Rosa e Vila Madalena, e 3-Vermelha, entre Penha e Marechal Deodoro. As linhas 4-Amarela e 5-Lilás estão funcionando normalmente.

Com informações da Agência Estado
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Esta matéria tem: (2) comentários

Autor: jorge aparecido dutra
Isto não é negociação, é terrorismo por terroristas profissionais que estão em todos os níveis do nosso dia a dia. | Denuncie |

Autor: jorge aparecido dutra
Na verdade esses 61 demitidos não o foram por continuar em greve, mas sim por interferir na ordem pública, fazendo piquetes, incendiando pneus, depredando estações, etc.., agora o sindicato quer negociar sua absolvição tal qual os terroristas com os embaixadores na época dos militares. É o trôco. | Denuncie |

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