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Em 1960, greve de bondes durou cinco dias

Agência Estado

Publicação: 22/05/2014 09:19 Atualização:

São Paulo, 22 - Greves de motoristas de ônibus, cobradores e condutores dos antigos bondes já paralisaram a cidade de São Paulo em diversas ocasiões.

Uma das maiores foi a de 1992, quando os veículos, da então Companhia Municipal de Transportes Coletivos (CMTC), ficaram nove dias parados e deixaram 6 milhões de paulistanos sem transporte.

Sem ônibus, o cenário na capital paulista é sempre o mesmo: tumultos, filas e trânsito complicado.

Na greve de 1960, deixaram de circular 250 bondes durante cinco dias. A situação na cidade se agravou com manifestações, e a CMTC chegou a pedir ao prefeito que decretasse estado de sítio na cidade.

Protesto original

Em 1960, a categoria organizou um protesto original. Motorneiros e condutores mostrariam o descontentamento com a política da CMTC no próprio rosto: ficariam uma semana sem fazer a barba.

O movimento obteve pouca adesão e não foi adiante. Após votação, os trabalhadores voltaram a fazer a barba.

As informações são do jornal

O Estado de S. Paulo.

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