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Técnicos administrativos da UnB realizam protesto em Brasília

Correio Braziliense

Publicação: 21/05/2014 10:46 Atualização:

 Os funcionários bloquearam a pista com a queima de pneus e objetos e seguiram pela via com faixas (Gustavo Moreno/CB/D.A Press)
Os funcionários bloquearam a pista com a queima de pneus e objetos e seguiram pela via com faixas
 

Cerca de 200 Técnicos administrativos da Universidade de Brasília (UnB) fecharam a L3 Norte, via que dá acesso à universidade, em protesto. O ato começou por volta de 6h desta quarta-feira (21/5) e durou até 9h, quando a via foi desbloqueada. O grupo segue para Praça dos Três Poderes, na Esplanada dos Ministérios, mas sem causar impedimentos no trânsito, segundo o sindicato.

Os funcionários bloquearam a pista queimando pneus e objetos. Os manifestantes, que estão em greve desde o dia 17 de março, pedem a valorização da categoria, o cumprimento de um acordo feito em 2012, a redução da jornada de trabalho de 40 para 30 horas e a instalação de creches nas universidades. O Ministério do Planejamento informou que está em negociação com os grevistas e ressaltou que tem um acordo vigente até 2015.

De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores Técnicos Administrativos (Fasubra), cerca de 2 mil funcionários da UnB estão prejudicados. Trabalhadores de outras 39 universidades do Brasil também estão em greve, segundo o Fasubra.

Durante a interdição, o trânsito ficou intenso na L2 e na L4. Para evitar o congestionamento, alguns motoristas passaram pelo canteiro central e pegaram o outro sentido da pista.

Na segunda-feira (19/5), a categoria ocupou a portaria do prédio da reitoria da UnB em protesto. No fim do dia, de acordo com o sindicato, representantes se reuniram com a Secretaria das Relações de Tabalho do Ministério do Planejamento e com a Secretaria de Ensino Superior do MEC, mas não houve acordo.

Segundo o coordenador nacional da Federação dos Trabalhadores Técnico-Administrativos das Universidades Federais, Gibran Jordão, o movimento questiona a falta de acordo com o governo federal. “Enquanto o governo radicaliza a sua intransigência e não negocia, nós vamos cada vez mais radicalizar nossas ações para exigir a abertura de negociações”, disse.

Com informações da Agência Brasil

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