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Rio: escavações na Linha 4 do metrô devem ser retomadas em até 60 dias Obra foi interrompida em 11 de maio quando parte da calçada de uma rua de Ipanema afundou devido às escavações no subsolo

Agência Brasil

Publicação: 20/05/2014 16:26 Atualização:

O gerente de Produção do Consórcio Linha 4 Sul do Metrô, Aluísio Coutinho, disse que o equipamento usado para perfuração do solo, conhecido como tatuzão, usado na escavação da Linha 4 Sul do metrô, ligando Ipanema à Barra da Tijuca, deve voltar a operar em até 60 dias. O equipamento parou de ser utilizado depois que houve um assentamento de solo na madrugada do dia 11 de maio, na Rua Barão da Torre, em Ipanema, na zona sul do Rio.

De acordo com o gerente, o incidente foi causado em uma faixa de transição. Segundo ele, o tatuzão saiu de um terreno rochoso, foi escavar um solo arenoso e causou o desprendimento de um bloco rochoso, provocando o afundamento do solo. No entanto, Coutinho frisou que houve “injeções de calda de cimento” no subsolo antes de as escavações serem iniciadas.

“Essa zona de transição é um local que demanda uma atenção especial. Por isso eu tenho [feito] previamente esse trabalho com injeção de cimento. O que aconteceu foi um fato realmente anômalo e pontual naquele local. A probabilidade de isso voltar a acontecer nessa zona de transição é extremamente pequena”, explicou o gerente.

Segundo Coutinho, as obras para a construção da Linha 4 do metrô continuaram normalmente, com exceção do serviço de perfuração da galeria, que foi suspenso, após o afundamento de solo. O gerente garantiu ainda que as fissuras que podem ser encontradas em alguns apartamentos nas proximidades da obra não causam problemas à estrutura do prédio.

“Lógico que o morador olhando uma fissura no seu apartamento fica incomodado. Mas o que temos falado é que essas fissuras são estéticas, em alvenarias. Em nenhum momento causaram [problemas estrutural], ou têm causa estrutural. Ou seja, a segurança das edificações é preservada em medida com o monitoramento que faz parte do processo. Os prédios foram imediatamente checados. A integridade das estruturas está preservada”, completou.

Aluísio Coutinho explicou que outra faixa de transição será encontrada no final do Leblon, na zona sul. No entanto, na área, há a mudança de um terreno arenoso para um rochoso, o que favorece a segurança do terreno.

“A zona [do Leblon] está sendo igualmente tratada com injeções [de cimento] prévias. Toda a técnica que foi usada aqui está sendo usada lá também. Até a informação que temos no momento, a entrega da obra continua sendo mantida no primeiro semestre de 2016. O tatuzão consegue, se necessário, andar mais rápido para não comprometer o cronograma de entrega”, destacou o gerente.
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