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Caminhada contra o câncer de mama reúne 8,5 mil pessoas no Rio A renda com o evento será revertida em projetos de educação e informação sobre a importância da detecção precoce da doença

Agência Brasil

Publicação: 18/05/2014 14:58 Atualização:

Cerca de 8,5 mil pessoas participaram da Corrida e Caminhada contra o Câncer de Mama neste domingo, no Aterro do Flamengo, zona sul do Rio de Janeiro, promovida pelo Instituto Brasileiro de Controle do Câncer (IBCC). Os participantes pagaram R$ 55 para percorrer 5 quilômetros e o lucro será revertido em projetos de educação e informação sobre a importância da detecção precoce do câncer de mama.

De acordo com o produtor executivo da campanha "Câncer de mama no alvo da moda", Onésimo Affini, o evento é feito desde 1999 e contribui para a conscientização da população sobre a importância da prevenção. "O câncer de mama tem cura, mas precisa ser diagnosticado cedo, então é muito importante a prevenção contínua.”

Para a aposentada Maria Aparecida Guimarães Pinheiro, 72 anos, completar todo o trajeto exigiu certo esforço. “Foi difícil, pois a perna doeu um pouquinho. Mas valeu a pena. Minhas filhas que me trazem. Todo o ano a gente vem”, disse ela ao ressaltar que não tem nenhum caso de câncer de mama na família, mas que abraça a causa mesmo assim.

Segundo estimativas do Instituto Nacional do Câncer (Inca), mais de 9.330 mulheres morreram no país no ano passado vítimas do câncer de mama e mais de 41 mil casos da doença foram registrados. A previsão para este ano é que surjam 57,1 mil casos de câncer de mama.

Acompanhada das filhas e da neta, Reinildes Machado Carilo, 58 anos, que já teve câncer de mama, não completou a caminhada, mas fez questão de participar. “Já passei por isso. É complicado. Vim com muito prazer, acho que é um incentivo a mais que damos.”

Participante da corrida há seis anos, a auxiliar de consultório dentário Vera Lúcia, 65 anos, queixou-se que nos últimos anos tem tido dificuldade para marcar mamografia. “[Há] muito mamógrafo quebrado. Eles [governos] têm que colocar mais lugar para as pessoas fazerem o exame, senão não adianta mandar as pessoas fazerem se não há lugar.”

A Lei 12.732/2012 prevê que o atendimento ao paciente de câncer deve ser iniciado em até 60 dias após o diagnóstico pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

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