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Chega ao fim a greve de policiais militares e bombeiros de Pernambuco Mesmo com a promessa do fim do movimento, homens da Força Nacional vão continuar no estado. Durante a greve, houve onda de saques e violência

Agência Brasil

Publicação: 15/05/2014 20:37 Atualização: 15/05/2014 23:48

Sem a presença da polícia, saques e depredações foram registrados em cidades do Grande Recife (Allan Torres/Esp. DP//D.A Press)
Sem a presença da polícia, saques e depredações foram registrados em cidades do Grande Recife

Policiais militares e bombeiros de Pernambuco acabam de decidir, em assembleia, o fim da greve. Eles voltarão ao trabalho imediatamente e um canal de negociação será aberto com o governo. Também será encaminhado, à Assembleia Legislativa, um projeto de cargos e carreiras para a categoria, bem como de incorporação do risco de vida ao salário. A proposta deverá ser votada até 30 de julho, segundo acordo firmado com o governo.

Mais cedo, o presidente do Tribunal de Justiça de Pernambuco, Frederico Neves, determinou o fim da greve e o retorno imediato ao trabalho. Com a decisão, o governo de Pernambuco disse que não negociaria com policiais e bombeiros militares em greve.

Vejas imagens da violência em Recife

A paralisação começou na noite de terça-feira (13). Segundo a Associação de Praças Policiais e Bombeiros Militares do Estado de Pernambuco, 80% do efeitvo aderiram à greve. Entre 18 reivindicações, os policiais militares e bombeiros pedem melhores condições de trabalho; reajuste salarial de 50% para soldados e de 30% para oficiais retroativo a janeiro deste ano; aprovação de um novo plano de cargos e carreira; fim da pena de prisão prevista no Código Disciplinar; exigência de curso superior para admissão de novos militares; pagamento de uma gratificação para quem fizer cursos de especialização, além do aumento do valor do tíquete-refeição.

A Força Nacional está no estado. O acordado foi que permaneceria até o fim da paralisação, mas, em entrevista ao programa A Voz do Brasil, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, destacou: "Ficaremos o tempo que for necessário até o estabelecimento da ordem".

Sem a presença da Polícia Militar, Recife viveu nesta quinta-feira um dia de insegurança. Várias lojas foram saqueadas, desde a noite de terça.
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Esta matéria tem: (1) comentários

Autor: helvecio sa
PORQUE O JORNAL NÃO CITA O NOME DO GOVERNADOR DE PERNAMBUCO? ESTÃO DE CONCHAVOS COM ELE TAMBÉM? A IMPRENSA TEM MEDO DE CITAR O NOME EDUARDO CAMPOS? SE ELE NÃO DAR CONTA DE ADMINISTRAR PERNAMBUCO QUER ADMINISTRAR O BRASIL? FORA SEU OPORTUNISTA... | Denuncie |

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