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Suspeito de arremessar vaso sanitário que matou torcedor já participou de outras brigas Everton teve participação na briga generalizada em Maceió, que custou ao Santa Cruz a perda de três mandos de campo

Diário de Pernambuco

Publicação: 06/05/2014 18:14 Atualização:

Everton costumava viajar com a Inferno Coral e postar fotos nas redes sociais (Fotolog.com/reprodução)
Everton costumava viajar com a Inferno Coral e postar fotos nas redes sociais
Everton Felipe Santiago de Santana, 23 anos, acusado de ser um dos assassinos do torcedor Paulo Ricardo Gomes da Silva, era  veterano de uma torcida organizada do Santa Cruz, a Inferno Coral. Frequentava a torcida pelo menos desde 2008, quando ainda era menor de idade. É o que se pode notar a partir dos perfis do suspeito nas redes sociais pesquisados pelo Superesportes do Diário de Pernambuco.

Everton, conhecido como Ronaldinho entre os integrantes da facção, costumava viajar com a uniformizada para outros Estados. No ano passado, inclusive, participou da briga generalizada contra integrantes de uma organizada no CRB, em Maceió, que custou ao Santa Cruz a perda de três mandos de campos na Copa do Nordeste deste ano. A informação foi confirmada à reportagem por uma fonte que pediu anonimato.

No Fotolog (rede de compartilhamento de imagens), Everton Felipe postou várias fotos de viagens com a Inferno Coral para cidades como Aracaju e Maceió. Em algumas, fazia questão de se vangloriar de confrontos contra torcidas adversárias. “Essa viagem vai ser a melhor. Nóis (sic) da TOIC (sigla da Inferno Coral) vai chegar daquele jeitinho de cão raivoso”, postou em 2009, junto a uma foto com integrantes da uniformizada em confronto com outra torcida.

Em outra imagem, ele aparece ao lado de integrantes da organizada do Atlético-MG, Galoucura, “aliada” à Inferno Coral em um jogo na Ilha do Retiro. “É nóis (sic) do bonde dos 35 lá na Ilha. Foi tudo nosso no domingo. Nóis quebrou foi tudo (sic)”.

Além do Fotolog, outra rede social com perfil de Everton Felipe é o Orkut. Segundo a reportagem apurou a página do acusado no Facebook foi apagada logo após o assassinato da última sexta-feira. Vale lembrar que uma das pistas usadas pela polícia para chegar ao suspeito, que confessou o crime, foi outra rede social: o WhatsApp.
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Esta matéria tem: (9) comentários

Autor: Aparecida Araujo
Isto é a certeza da impunidade desse país. | Denuncie |

Autor: Marcos Antonio de Medeiros
e lamentavel que coisas deste tipo ocorram neste pais.E falta de cadeia.Pelo passado dele ja devia estar na cadeia a muito tempo.Leis duras ja. | Denuncie |

Autor: José Miranda
Um BESTA que não merece viver em sociedade! Misto de ignorância, selvageria e maldade! | Denuncie |

Autor: Francisco Silva
Esta é a geração dos que não entendem, não sabem e não fazem nada. Filhos de pais que nada sabem e, por conseguinte, nada ensinam. O que esta geração que (diga-se de passagem) não entende também nada de Política produzirá e mostrará à sociedade? O que estamos vendo: tristezas e merdas. Infelizmente! | Denuncie |

Autor: Lincoln Lamounier
É, infelizmente o Rodrigo tem razão. Geração PT.... | Denuncie |

Autor: Marcelo Ferreira
Impostos, impostos, mais impostos e ainda aumento de impostos. Nosso dinheiro indo para os bolsos de uma turma de bandidos engravatados, marginais de mandato, corruptos, safados e, ainda, assassinos. | Denuncie |

Autor: Marcelo Ferreira
Ou seja, o Estado é coautor deste (e de milhares de outros) assassinato(s), na medida em que não cumpriu com sua obrigação constitucional de coibir a atuação de um marginal, que já deveria estar sendo vigiado, detido durante os jogos, ou mesmo privado de sua liberdade, há muito tempo. | Denuncie |

Autor: Rodrigo Andrade
Geração PT. Fazem o que querem e nada acontece. | Denuncie |

Autor: Marcelo freitas
Um sujeito como esse, não tem nenhum sentido de valores. Esse cara deveria apodrecer na cadeia! Imagine o sofrimento da família em saber que perdeu um filho desta maneira. | Denuncie |

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