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'Psiquiatra não tem cargo remunerado', diz secretaria

Agência Estado

Publicação: 02/04/2014 09:07 Atualização:

São Paulo, 02 - Questionadas sobre o contrato da Unidade Recomeço Helvetia, a Secretaria de Estado da Saúde e a Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina(SPDM) afirmaram, por meio de suas assessorias de imprensa, que o psiquiatra Ronaldo Laranjeira não tem cargo remunerado em nenhuma das duas instituições e que não cabe a ele as decisões sobre os investimentos da secretaria.

“Ele preside o conselho do Programa Recomeço, mas não é ordenador de despesas. Todas as decisões sobre investimentos são da Secretaria de Estado da Saúde. Por isso, está completamente descaracterizado o suposto conflito de interesses,

Que absolutamente não existe”,diz nota do governo do Estado.

De acordo com a pasta, a escolha da SPDM para administrar o hospital na Cracolândia “foi absolutamente técnica”. O órgão foi questionado, mas não informou como se deu o processo de decisão nem quantas organizações participaram da concorrência. Disse apenas que a SPDM é uma das maiores instituições filantrópicas de saúde do Brasil, com atuação em seis Estados, que “presta contas regularmente à secretaria sobre os recursos financeiros repassados à instituição para o gerenciamento de hospitais e outros

serviços de saúde da rede estadual”.Os contratos, diz a pasta, são auditados pelo Tribunal de Contas do Estado e encaminhados à Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa.

A secretaria afirma que Laranjeira foi convidado para coordenar o conselho gestor do Recomeço em razão de sua vasta experiência na área de dependência química e que "tem total confiança no trabalho realizado" pelo psiquiatra.

A SPDM afirmou que "participou de um edital público, aberto a todas as organizações sociais, respeitando as normas do mesmo, sendo escolhida por

Atender aos requisitos estabelecidos no edital". Disse que, apesar de Laranjeira ser o coordenador do Recomeço, as decisões sobre o programa cabem às Secretarias de Estado da Saúde, da Justiça e do Desenvolvimento Social, e reafirmou que o professor não é responsável por ordenar as despesas da pasta.

A organização social disse ainda que tem contratos com o governo do Estado de São Paulo desde 1998, firmados, portanto, antes do início da gestão de Laranjeira na presidência da SPDM,em agosto de 2013.O psiquiatra não quis dar entrevista ao jornal O

Estado de S. Paulo

.

As informações são do jornal

O Estado de S. Paulo.

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