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Critérios para publicidade oficial já existem, diz Secom

Agência Estado

Publicação: 07/03/2014 13:31 Atualização:

Brasília, 07 - O ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), Thomas Traumann, disse há pouco que a divulgação da "Pesquisa brasileira de mídia 2014 - Hábitos de consumo de mídia pela população brasileira", encomendada pela própria Secom, vai nortear as estratégias de comunicação do governo no futuro, mas não as políticas de publicidade. A pesquisa custou R$ 2,4 milhões aos cofres públicos.

"Os critérios (de publicidade do governo federal em meios de comunicação) são os que já existem, adotados pelo governo brasileiro desde 2008, critérios técnicos baseados em pesquisa de audiência no caso de televisão e rádio, de circulação no caso de jornais e revistas. Essa pesquisa (divulgada hoje) vai basear estratégias de comunicação do governo no futuro. Estamos falando de coisas diferentes", frisou Traumann.

O ministro destacou, por exemplo, que, a partir de informações de consumo de mídia pela população brasileira, o governo poderá fazer uma avaliação clara de como atingir o público-alvo de certas iniciativas governamentais.

"Se vamos fazer uma campanha cujo objetivo é atingir jovens de áreas carentes, qual o hábito de informação desse jovem? A gente vai fazer uma avaliação muito clara e podemos usar os dados dessa pesquisa para ser mais pontual e ter um resultado melhor", explicou.

Voz do Brasil

A pesquisa encomendada pela Secom constatou que 66% dos brasileiros nunca ouviram o programa radiofônico "A voz do Brasil". A proporção de não ouvintes do programa é maior entre mulheres (70%) que em homens (61%).

A "Pesquisa brasileira de mídia 2014 - Hábitos de consumo de mídia pela população brasileira" ouviu 18.312 pessoas em 848 municípios. Do total da amostra, 68% dos entrevistados afirmaram já terem ouvido falar do "A voz do Brasil" e 32% responderam que desconheciam o programa.

"O governo sempre tem de melhorar. Nós temos de ter a humildade de entender que, se algum dos nossos veículos não está conseguindo atingir o público que precisa atingir, eles têm de fazer suas correções", afirmou Traumann.

Ao final da coletiva de imprensa, o ministro também destacou que o governo federal está montando uma "estratégia em relação à divulgação da Copa do Mundo", mas evitou dar detalhes.

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