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Babydoll de Nylon sai em Brasília depois de 5 mil confirmações no Facebook

Agência Brasil

Publicação: 01/03/2014 17:21 Atualização:

O menor, mais ridículo e menos promissor bloco de carnaval do Brasil, como o próprio Babydoll de Nylon se intitula, recebeu mais de 5 mil confirmações de presença na página do Facebook. Como diz a letra cantada por Robertinho de Recife, o bloco nasceu da brincadeira de fazer homens e mulheres se convencerem de que "babydoll de nylon combina com você".

Hoje (1º) o bloco sai na zona central de Brasília com a mensagem "A gente cresceu e o babydoll ficou apertado". "Compro o babydoll desde o primeiro ano. No começo ficava sem graça, hoje escolho, experimento, tudo de cabeça erguida", diz um dos fundadores do bloco e publicitário Daniel Obregon.

O bloco surgiu, em 2011, da busca de algo para fazer no carnaval brasiliense. Os seis organizadores desembolsaram R$ 400 para contratar um carro de som e atrair 120 pessoas. Hoje contam com apoio do Governo do Distrito Federal, da Ambev e de agências de publicidade e gráficas.

O Babydoll de Nylon teve, inclusive que mudar de lugar. A proposta é tocar brega, axé dos anos 90 e marchinhas. "Nada de sucessos como Lepo Lepo", diz Daniel. O trajeto é sempre uma rotatória. De uma em uma hora o bloco dá uma volta. A primeira rotatória, da Quadra 201 sul, ficou pequena e o bloco veio para o centro.

Entre os foliões, como Obregon, são os homens os que mais usam o babydoll. "Mas a proposta é para todos. Meu sonho é ver todo mundo de babydoll", diz.

A professora Mariana Queiroz participou do bloco pela primeira vez. Ela, que estava descaracterizada, não acreditou que as pessoas usassem de fato os trajes. "Me arrependi, estou quase voltando em casa para pegar um roupão".

A mãe de Mariana veio junto, a aposentada Socorro Queiroz. "Só não vim vestida porque minha filha não deixou. Hoje é ela que me traz, quando eu a levava para os blocos de carnaval, íamos sempre fantasiadas", brinca. As duas garantiram que ano que vem vão aderir ao babydoll.

A estudante Lorena Bravim e o servidor público Felipe Israel estavam caracterizados. "É carnaval, tem que vir fantasiado", diz Lorena. "Eu comprei um pretinho básico", diz Israel.
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