Comerciantes evitam comentar ação do tráfico no Centro de SP

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postado em 18/02/2014 08:01 / atualizado em 18/02/2014 08:53

Agência Estado

Comerciantes do cruzamento das Ruas Augusta e Peixoto Gomide, no Centro de São Paulo, local que abriga a feira livre de drogas revelada pelo Estado na edição de domingo, 16, preferem o silêncio a comentar a ação dos traficantes da região.

“Estava cansada de varrer os pinos de cocaína vazios quando chegava para trabalhar”, disse a funcionária de um salão de beleza. “A coisa aqui está feia, e agora a polícia deve aparecer por aqui durante a noite. Sempre existiu essas coisas (tráfico) nesse pedaço. Era uma coisa discreta, mais para a Augusta. Mas, como a polícia só olhava, sem fazer nada, foi ficando escancarada. Acho que é porque a molecada que vem ficar ‘doida’ são todos playboyzinhos”, disse a mulher, única disposta a falar com a reportagem. Ela pediu para não ter o nome divulgado.

Outros comerciantes disseram apenas que, durante o horário comercial, a atuação criminosa não acontece e, por isso, o tráfico não atrapalha. A reportagem permaneceu na rua por uma hora, na tarde desta segunda-feira, 17, e não viu nenhum carro da polícia.
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