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Cinegrafista ferido em protesto no Rio continua internado em estado grave Após sofrer afundamento de crânio, Santiago Idílio Andrade foi submetido a um cirurgia. Entidades manifestaram repúdio à violência durante manifestação na capital fluminense

Agência Brasil

Publicação: 07/02/2014 09:01 Atualização: 07/02/2014 09:22

Protesto contra o aumento da passagem de ônibus terminou em confusão e violência no Centro do Rio (AFP Photo/Yasuyoshi Chiba)
Protesto contra o aumento da passagem de ônibus terminou em confusão e violência no Centro do Rio
Permanece em estado grave o cinegrafista Santiago Idílio Andrade, da emissora Bandeirantes, que foi atingido nesta quinta-feira (6) por explosivo, durante protesto no centro do Rio de Janeiro. O jornalista chegou em coma ao Hospital Municipal Souza Aguiar, passou por uma neurocirurgia nesta madrugada e está no Centro de Terapia Intensiva (CTI).

O profissional foi ferido nas proximidades da estação Central do Brasil, quando trabalhava na cobertura da manifestação contra o aumento da passagem de transporte público no Rio de Janeiro. A partir deste sábado, a tarifa passa de R$ 2,75 para R$ 3, o que representa um reajuste de 9,09%. Ainda não se sabe se o autor do disparo é policial ou manifestante.


Na noite dessa quinta, dirigentes do sindicato estiveram no hospital Souza Aguiar, acompanhando o caso. A informação é que ele foi atingido no ouvido e nuca e chegou à unidade com afundamento de crânio. Além de Andrade, mais seis pessoas foram levadas para o hospital depois do ato.

A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) emitiu nota ontem repudiando o ataque e confirmou que este é o terceiro jornalista ferido em manifestações em 2014. Em São Paulo, o repórter Sebastião Moreira, da Agência EFE, foi agredido por policiais militares e o freelancer Paulo Alexandre sofreu agressões de guardas civis, em janeiro.

Em nota publicada na internet, o Grupo Bandeirantes de Comunicação disse que acompanha a evolução do quadro do jornalista, junto a parentes dele no hospital, e que registrou o caso na 5º Delegacia de Polícia.

Este é o segundo caso de repórter cinematográfico da Band atingido durante conflitos com a polícia no Rio. Em 2011, Gelson Domingos morreu vítima de um tiro de fuzil. À época, o sindicato dos jornalistas responsabilizou à emissora por não fornecer equipamentos de segurança aos seus profissionais.
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Esta matéria tem: (5) comentários

Autor: luiz souza
O cinegrafista também é trabalhador, que atirou a bomba também é vandalo e marginal. | Denuncie |

Autor: Paulo Roberto Soares da Silva
É o retrato típico de uma "nau sem rumo".Classe política agarrada ao poder vendendo a mãe se preciso,para permanecer no poder. Meios de comunicação exibindo qualquer porcaria, desde que garanta audiência e faturamento; ou seja, salve-se quem puder.Isso não pode terminar bem. | Denuncie |

Autor: Carlos B.
E bom ficar longe desses eventos..... se acidente ou nao o fato e que o pessoal NAo tolera mais a imprensa parcial.... | Denuncie |

Autor: Antônio Antônio Macedo Filho
A propina recebida por esses políticos advindas das empresas de ônibus e uma fortuna. Por isso, que não existe metrô descente no Brasil. Temos que sustentar esses gatunos, cambada de maltas, que no Brasil, colocaram o nome se políticos. | Denuncie |

Autor: Antônio Antônio Macedo Filho
Sugiro que esses políticos corruptos, que no Brasil político corrupto é pleonasmo, tomem juízo! O povo não aguenta mais tanta roubalheira e mordomias pagas com dinheiro público. Os sinais já estão escancarados, depois não reclamem. Chamar de vândalos quem está pagando 40% de impostos, é brincadeira. | Denuncie |

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