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Estado libera mamografia sem receita

Agência Estado

Publicação: 05/02/2014 08:31 Atualização:

São Paulo, 05 - A partir do dia 17, mulheres de 50 a 69 anos não precisarão mais de pedido médico para realizar a mamografia em 300 unidades de saúde da rede estadual de São Paulo. No mês de aniversário, a paciente poderá procurar um dos hospitais, ambulatórios ou clínicas participantes do programa ou ligar para uma central telefônica e agendar o exame sem a necessidade de consultar um médico previamente.

O programa será anunciado pelo governo do Estado nesta quarta-feira, 5, Dia Nacional da Mamografia. Segundo o secretário de Estado da Saúde, David Uip, a ideia é “desburocratizar” o processo de marcação do exame e ampliar o acesso à detecção precoce do câncer de mama.

“Depois de feito o exame, a avaliação do resultado será feita online, em 48 horas, por uma equipe a distância. Caso haja suspeita de câncer de mama, a mulher será encaminhada para ultrassom e biópsia e, em seguida, para o tratamento. Hoje, ela precisaria passar três vezes pelo médico para chegar a essa etapa”, afirma.

Questionado se as unidades darão conta de atender a demanda, o secretário afirmou que a separação das mulheres pelo mês de aniversário vai facilitar a organização da fila e propiciar que as pacientes sejam atendidas rapidamente. “Nós é que vamos regular a fila e fazer os encaminhamentos. Queremos acabar com o doente itinerante, que tem de ficar responsável por todo o processo de agendamento a cada consulta”, disse.

Carretas

Também nesta quarta-feira, o secretário e o governador Geraldo Alckmin (PSDB) entregam, em Diadema (Grande São Paulo), a segunda carreta equipada com mamógrafo. A primeira foi aberta há cerca de um mês no bairro de Santo Amaro, na zona sul de São Paulo. Nas carretas, mulheres entre 50 e 69 anos podem realizar o exame sem fazer o agendamento.

Até o final do mês, o governo promete entregar outros dois caminhões do tipo: em Santo André (ABC) e em Bauru, no interior de São Paulo. O câncer de mama é o tipo de tumor mais comum entre as mulheres brasileiras, com exceção do câncer de pele não melanoma. Segundo estimativas do Ministério da Saúde, 57 mil mulheres terão o diagnóstico da doença neste ano em todo o País. Dados divulgados nesta terça-feira, 4, pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca) mostram que só o Estado de São Paulo deverá concentrar 16 mil registros, o equivalente a 28% do total de casos previstos para 2014. As informações são do jornal

O Estado de S. Paulo.

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