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'Ele não é black bloc', diz advogado sobre rapaz baleado em São Paulo Advogado ainda contradiz versão da Secretaria de Segurança de que Fabrício atacou policiais

Agência Estado

Publicação: 27/01/2014 14:07 Atualização: 27/01/2014 18:12

O advogado André Zanardo, que auxilia a família do estoquista Fabrício Proteus Chaves, de 22 anos, afirmou que o rapaz não é adepto da tática black bloc. Baleado no tórax e na região genital por policiais militares no sábado, 25, ele permanece em estado grave na Santa Casa.

"O Fabrício não é adepto da tática. Além disso, estava de branco, não estava mascarado, usava camiseta branca e calça jeans azul (os black blocs normalmente se vestem de preto)", diz Zanardo, do grupo Advogados Ativistas. Em nota, a secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP) afirma que o rapaz é black bloc e atacou os policiais.

Para o advogado, a polícia tenta incriminar o rapaz que tinha conduta pacífica e tentava fugir do tumulto na manifestação, que acabou com 135 detidos. De acordo com Zanardo, o rapaz aderiu às manifestações devido ao problema de mobilidade urbana na cidade.

Ele faz curso técnico na Etec Getúlio Vargas, no Ipiranga, e mora na região de Congonhas. "Ele já não estava conseguindo estudar porque às vezes não tinha dinheiro para a passagem. Em outras, tinha dificuldade porque o transporte demorava muito", afirma o advogado. O rapaz também iria tentar fazer faculdade de engenharia mecânica.

Proteus trabalha como estoquista em uma loja na 25 de Março, na região central. Lá, ele é elogiado por colegas. "A conduta profissional dele é excelente. Não chega atrasado, é um funcionário assíduo", afirma Antonio Marinho da Silva Neto, de 52 anos, encarregado do estoque da loja. Segundo ele, a função do rapaz é repor material da área de vendas.

O caso de Proteus foi assumido pela Defensoria Pública, que acusa a Polícia Militar de atuar de forma violenta nos protestos. Ele segue sedado, na Unidade de Terapia Intensiva da Santa Casa. A situação dele é grave, porém estável.
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Esta matéria tem: (6) comentários

Autor: Teo Fernandes
Correu da polícia então porquê? O que fazia com um estilete, que é uma arma branca? | Denuncie |

Autor: VICENTE
Black Bostas. Primeiro os pais que nunca deram limites à esta geração folgada, que não trabalha e quer tudo de graça.Passaram a mão na cabeça. Depois vem a mídia e vem protegendo, passando a mão na cabecinha destes vândalos, e por fim, os advogados porta de cadeia, com desculpas esfarrapadas.Canseira | Denuncie |

Autor: Marcos Porto
Tomou pipoco porque é santo. A granada, o estilete, a chave de cano e a máscara de gás encontrada na mochila do seu comparsa era só de brincadeira. | Denuncie |

Autor: José A. S. Neto
E esperavam que um advogado, pago pela família, iria dizer o que ? ? ? Olhem ! Polícia no Brasil é classe em extinção ! ELES NÃO TEM CHANCE. Se não pegam o bandido é porque são incompetentes, se agem para pegar podem ser tratados como criminosos ! ENTÃO NÃO TEM JEITO ! ! ! Mudem de profissão o quanto | Denuncie |

Autor: João Silva
É por causa desses advogados de merda, e essa merda de direitos humanos também é que faz com que os bandidos fiquem tudo soltos, e a justiça e as leis desacreditadas, não tem que levar pra hospital nem pra cadeia não! tem que matar ali mesmo, se não amanhã ta souto põ!!!!! | Denuncie |

Autor: Tiago Gonçalves
O cara vai à manifestação armado de estilete, ataca um policial, e aparecem retardados para defender o marginal. Se ele tivesse cortado o pescoço do policial, nenhum advogado porcaria da OAB ia aparecer para condenar sua atitude. País de bandidos, governado por bandidos eleitos por bandidos. | Denuncie |

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