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Oficial da PM do DF é exonerado acusado de atentado violento ao pudor Tenente-coronel perde a função de chefia após ser denunciado pelo Ministério Público. O servidor da Polícia Militar está fora do Brasil, em viagem paga com diárias

Saulo Araújo

Breno Fortes - Correio Brazliliense

Publicação: 17/01/2014 10:34 Atualização:

Um dia após ser promovido a chefe da Diretoria de Transportes da Subsecretaria Administrativa da Casa Militar do DF e enviado a uma missão no exterior, o tenente-coronel Francisco Eronildo Feitosa Rodrigues acabou exonerado. O oficial é acusado de tentar abusar sexualmente de duas mulheres em um bar de Vicente Pires. O caso aconteceu em 26 de agosto de 2012 e acarretou em indiciamento por parte da Corregedoria da PM. A Promotoria Militar acompanhou o entendimento e denunciou Feitosa por atentado violento ao pudor.

Ao tomar conhecimento da ação do Ministério Público pelo Correio, o chefe da Casa Militar, coronel Rogério Silva Leão, tornou sem efeito a promoção de Feitosa, publicada havia dois dias no Diário Oficial do DF (DODF) (leia fac-símile). “Diante da confirmação da denúncia, cancelei a nomeação”, explicou. Apesar disso, Leão explicou que, inicialmente, escolheu o oficial para exercer o cargo em função da experiência dele. O policial militar ocupou o mesmo posto em outro governo.

O tenente-coronel receberá a notícia da exoneração longe do Brasil. Na quarta-feira, ele viajou como integrante de uma delegação que visita Israel e Itália a fim de conhecer detalhes do projeto Cidade Segura, adotado pelos dois países. O oficial e o restante da comitiva receberão diárias pelos 13 dias de viagem. Ainda não é possível saber se ele será obrigado a retornar ao Brasil antes da hora.

Em 26 de agosto de 2012, câmeras de um bar de Vicente Pires filmaram o tenente-coronel, aparentemente embriagado, tentando agarrar à força uma garçonete de 22 anos. Uma sargento da PM passava pelo local de carro, parou e tentou impedir o ataque à funcionária. Sem saber de que se tratava de um oficial da PM, a sargento ameaçou prendê-lo. Mesmo assim, o acusado ignorou a ordem e também tentou beijar a graduada, que se esquivou do colega.
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