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Polícia contém confusão entre presidiários de Pedrinhas, no Maranhão Presídio é o epicentro da crise no sistema carcerário do Estado, que já teve como saldo 62 presos assassinados

Agência Estado

Publicação: 16/01/2014 16:55 Atualização:

A Tropa de Choque da Polícia Militar e Grupo Especial de Operações Penitenciárias (Geop) consegui controlar uma princípio de tumulto entre detentos que estão no Bloco A da Central de Custódia de Presos de Justiça (CCPJ). Não há informações sobre vítimas.

A confusão, chegou a ser confundida como uma rebelião e teria ocorrido quando alguns detentos começaram a bater nas grades das celas. "Alguns detentos estavam batendo nas grades, mas ao perceberem a presença maior do Choque, se acalmaram", garantiu o Coronel Sá, comandante do Batalhão de Choque da Polícia Militar.


A prisão é uma das oito unidades do Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís. Por meio de nota, o governo do Maranhão assegurou que o "clima é de tranquilidade no local".

Mais cedo, o governo estadual, também por meio de nota, anunciou que havia ampliado as atividades dos agentes penitenciários no Geop, nas rondas e intervenções táticas, escolta de presos a hospitais e audiências, custódia de presos em hospitais, entre outras atribuições. "a Portaria nº 01/2014 é um ato administrativo para reordenar e otimizar o trabalho dos agentes penitenciários no Complexo Penitenciário de Pedrinhas", afirmou a nota.

Pedrinhas é apontada como o epicentro da crise no sistema carcerário que o Estado vive desde o início do ano e que já teve como saldo 62 presos assassinados, uma criança de seis anos morta em um ataque ordenado de dentro do presídio, outras cinco feridas, cinco ônibus queimados e duas delegacias metralhadas.

Esta matéria tem: (1) comentários

Autor: THiago Lobato
Gente, não existe pena de morte no Brasil. Os próprio presos estão dando um jeito nisso. Porque impedir? Deixe eles se matarem. É uma favor a sociedade e aos cofres públicos. | Denuncie |

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